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VÍDEO MOSTRA FAMÍLIA SALVANDO TUBARÃO BALEIA DURANTE MERGULHO

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Enquanto mergulhava livremente na costa de Kaunolu, na ilha de Lanai no Havaí, uma família havaiana ficou surpresa ao encontrar um jovem tubarão baleia. Como sabemos, os tubarões são os maiores predadores do mar. No entanto os mergulhadores não se sentiram ameaçados com a presença do tubarão. Pelo contrário, eles ficaram maravilhados com a visão rara, já que o animal está em extinção.

Mas a alegria inicial de encontrar o gigante dos mares desapareceu quando Kapua Kawwlo e seu marido, Joby Rohrer, perceberam que o tubarão tinha uma corda grossa e pesada em volta do pescoço. O casal, que trabalha para o Programa de Recursos Naturais do Exército O”ahu, resolveu ajudar o animal que aparentava estar agoniado com aquela situação.

O salvamento

“Parecia muito dolorido”, diz Rohrer. “Havia essas três cicatrizes de onde a corda se esfregava nos sulcos nas costas. A corda tinha cortado provavelmente três polegadas em sua barbatana peitoral”.

Vendo a situação do tubarão, a família decidiu tentar cortar a corda com uma faca de mergulho. Rohrer, que é mergulhador livre experiente, usou uma lâmina de mergulho pequena para libertar o animal. Ele teve que mergulhar várias vezes a profundidades de 50 a 60 pés, a cada vez ele ficava até dois minutos embaixo da água.

Depois de cerca de meia hora de trabalho cuidadoso, com a ajuda do filho do casal, Kanehoalani, e de Jon Sprague, gerente de controle da vida selvagem de Pulama Lana, o tubarão finalmente estava livre.

Normalmente, tubarões baleia nadam para longe quando são tocados. O fato de o tubarão permanecer no mesmo lugar mesmo depois de Rohrer começar a tentar tirar a corda do seu corpo, é uma evidência de que ele estava confortável naquela situação.

Para Kapua, o comportamento tranquilo do seu marido e a sua capacidade de mergulho livre fez com que o animal permitisse que ele o ajudasse. “Todos nós queríamos ajudar, mas nenhum de nós conseguia prender a respiração por tanto tempo”, diz ela.

O tubarão

Não resta nenhuma dúvida de que o tubarão baleia esteja melhor agora sem a corda o enforcando. Segundo Brad Norman, um explorador do National Geographic e também um dos maiores especialistas em tubarões baleia do mundo, a corda estava estrangulando o animal há pelo menos alguns meses. Ele constatou isso devido a todas as feridas causadas na pele do tubarão.

O caso desse tubarão com a corda presa no pescoço já havia sido notificado ao Departamento de Terras e Recursos Naturais do Havaí por mergulhadores locais. Eles já tinham emitido um alerta sobre a sua situação do tubarão. No comunicado, eles pediam para que as pessoas relatassem quaisquer aparições futuras.

Para Norman, dada às circunstâncias, o tubarão parecia estar em boas condições. Ele ainda estimou que o animal tenha pelo menos 20 anos de idade. Sendo tão jovem, o tubarão tem excelentes chances de sobreviver.

“Apesar de globalmente, todos os tubarões baleia estão ameaçados de extinção”, diz Norman. “Se não invertermos a tendência de declínio em seus números, é terrível para a espécie como um todo”.

Além disso, os materiais de pescas perdidos no mar não são prejudicais apenas para os tubarões baleia. De acordo com um relatório recente da World Animal Protection, mais de 700 mil toneladas de novos equipamentos caem nos oceanos a cada ano, causando um desequilíbrio que afeta todas as espécies marinhas.

 

via: fatosdesconhecidos

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Curiosidades

O PROJETO AMBICIOSO DA NASA DE CONSTRUIR ESSA ”CAÇADORA DE PLANETAS”

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A NASA (Agência Espacial dos Estados Unidos) foi fundada no ano de 1958. Cerca de três anos depois, em 1961, foi criado o centro espacial norte americano Johnson Space Center. A NASA funciona como núcleo de pesquisa, realização e comando de voos tripulados. Ela também abriga o MCC (Centro de Controle das Missões), cuja função principal é gerenciar todas as atividades que acontecem na Estação Espacial Internacional e todas as missões espaciais que são demandadas.

A NASA agora tem o objetivo de fazer missões de caça exoplanetas starshade. Essas missões podem parecer tecnologicamente assustadoras, mas elas não estão fora do alcance da NASA, de acordo com pesquisas recentes.

Para que essa missão fosse realizada seria usado um telescópio espacial e uma nave separada. Ela voaria cerca de 40 mil quilômetros de distância na frente. A sonda, que viria atrás, seria equipada com uma grande sombra plana e de pétalas projetadas para bloquear a luz das estrelas. Isso permitiria que o telescópio orbite diretamente  POR mundos alienígenas que sejam pequenos como a Terra, e que de outra maneira seriam perdidos no brilho.

Os instrumentos, chamados coronógrafos, foram instalados em vários telescópios terrestres e espaciais. Eles funcionam com o mesmo bloqueio de luz. E os coronógrafos são incorporados no próprio telescópio.

Missões

Até agora não existem registros de missões starshade nos livros da NASA. Segundo oficiais da NASA, para que a missão funcione, as duas espaçonaves têm que estar alinhadas, perfeitamente precisas. Além de estarem com uma distância de cerca de um metro uma da outras.

“As distâncias que estamos falando para a tecnologia starshade são difíceis de imaginar”, disse Michael Bottom, engenheiro do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), em Pasadena.

“Se a starshade fosse reduzida para o tamanho de uma montanha-russa, o telescópio teria o tamanho de uma borracha para lápis, e eles seriam separados por cerca de 100 quilômetros. Agora imagine que esses dois objetos estão flutuando livremente no espaço. Eles estão experimentando esses pequenos puxões e empurrões da gravidade e de outras forças. E ao longo dessa distância estamos tentando manter ambos precisamente alinhados dentro de cerca de 2 milímetros”, continuou.

Em teoria, algumas falhas seriam possíveis de ser detectadas se tivesse uma câmera dentro do telescópio espacial. Isso porque pequenas quantidades de luz estelar vazam sempre ao redor da estrela. E isso forma um padrão claro e escuro. Essa câmera detectaria esses desalinhamentos quando visse que o padrão estava fora do centro.

Técnicas

Para testar essa técnica e se ela realmente funcionaria, Bottom criou um programa de computador. Os resultados do experimento foram bastante encorajadores.

“Podemos sentir uma mudança na posição da starshade até uma polegada, mesmo sobre essas enormes distâncias”, comentou.

Paralelamente, Thibault Flinois, engenheiro da JPL, e seus colegas fizeram um conjunto de algoritmos que usam as informações do programa de Bottom. Isso para que conseguissem determinar quando a starshade tem que disparar de maneira autônoma os seus propulsores para manter o alinhamento.

Os trabalhos em conjunto dizem que as missões starshade são tecnologicamente possíveis. De fato, deve ser possível manter uma starshade grande e um telescópio espacial alinhados a uma distância de até 74 mil quilômetros.

“Isso para mim é um bom exemplo de como a tecnologia espacial se torna cada vez mais extraordinária, baseando-se em seus sucessos anteriores”, disse Phil Willems, gerente da atividade Starshade Technology Development da NASA.

“Usamos formação voando no espaço toda vez que uma cápsula atraca na Estação Espacial Internacional. Mas Michael e Thibault foram muito além disso e mostraram uma maneira de manter a formação em escalas maiores que a própria Terra”, concluiu Willems.

via: fatosdesconhecidos

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