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Tecnologia 4G já é utilizada por mais de 50% dos usuários brasileiros

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Tecnologia 4G cresceu 42% nos últimos 12 meses e participação no mercado ultrapassou 50%
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Tecnologia 4G cresceu 42% nos últimos 12 meses e participação no mercado ultrapassou 50%

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou nesta sexta-feira (3) relatório que confirma: a tecnologia 4G já representa 50,29% do total de contratos de internet móvel no País, o que corresponde a 118.226.718 clientes.

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A tecnologia 4G
começou a ser utilizada no País em 2013, de lá pra cá sua expansão se deu rápido atendendo à demanada dos consumidores brasileiros, um dos maiores mercados do mundo. Contudo, ela deve começar a ser substituída pela tecnologia 5G a partir de 2020, quando a Anatel pretende começar a implementar esse tipo de rede no Brasil.

Enquanto isso, o País registrou um total de 235.076.217 linhas de telefonia móvel
no mês de junho de 2018, reforçando uma tendência de que muitas pessoas têm mais de uma linha de telefone celular. O serviço, no entanto, vem seguindo tendência de queda e apresentou redução de 7.048.232 linhas nos últimos 12 meses, na comparação de junho com maio, a queda foi de 394.230 linhas.

Os dados reunidos pelo relatório também demonstraram que existem mais usuários com linhas pré-pagas do que com linhas pós-pagas, mas é possível notar uma migração de um tipo de serviço para o outro, com redução das linhas pré-pagas e o aumento das pós-pagas o que, em geral, é um sinal de maturidade dos mercados.

Dessa forma, em junho de 2018, foram registradas 141.890.809 linhas pré-pagas, diminuição de 18.305.982 linhas em 12 meses. Já as linhas pós-pagas chegaram a 93.185.408 em junho, registrando um aumento de 11.257.750 linhas nos 12 meses avaliados.

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Tecnologia 4G em alta


Vivo e São Paulo lideram os respectivos rankings de empresas e estados com maior número de usuários de tecnologia 4G
Divulgação/Google

Vivo e São Paulo lideram os respectivos rankings de empresas e estados com maior número de usuários de tecnologia 4G

Apesar do resultado ter sido positivo para as linhas móveis
com 4G, supreendeu a quantidade de contratos com linhas 2G e 3G ainda ativas. Enquanto a tecnologia 4G é a utilizada por 50,29% (118.226.718 linhas) do total, a tecnologia 3G ainda é alvo de 30% dos contratos (72.166.311 linhas) e a tecnologia 2G continuam presente em 11% dos contratos ativos (27.766.023 linhas).

Curiosamente, além do crescimento de 46% das redes 4G nos últimos 12 meses, apenas as linhas utilizadas em aplicações máquina-a-máquina (M2M) registraram alta no período. Com o crescimento de 23%, elas passaram a registrar 7% do mercado ou 16.917.165 linhas.

Em relação a distribuição geográfica, São Paulo continua sendo o estado com o maior número de linhas móveis do País, com mais de 62 milhões de usuários. Os paulistas são seguidos de longe por Minas Gerais, com 22 milhões de linha, e Rio de Janeiro com mais 20 milhões.

Porém, o maior crescimento registrado nos últimos 12 meses foi no Amazonas, um saldo de 147.424 linhas. Outros estados que apresentaram aumento foram: Espírito Santos, saldo de 45.889 linhas; Roraima, com 26.624 linhas; e Amapá, com saldo de 15.195 linhas. Todos os outros estados tiveram redução no número de linhas móveis.

Já dentre as empresas, em junho de 2018, a Vivo detinha 32% do mercado (com mais de 75 milhões de clientes) de linhas móveis, seguida pela Claro, com 25% (59 milhões de clientes), Tim com 24% (56 milhões) e Oi com 16% (mais de 38 milhões).

Leia também: Anatel garante abastecimento de veículos que realizam manutenção da rede móvel

A Nextel deteve 1,3% (3 milhões de usuários) do mercado, a Algar Telecom ficou com 0,5% (cerca de 1 milhões de usuários) e as fatias restantes do mercado de tecnologia 4G
foram preenchidos por: Porto Seguro (0,2% ou 653 mil usuários); Datora (0,1% ou 245 mil usuários); Sercomtel (0,03% ou 65 mil usuários); e outras empresas que juntas somaram 0,02% (52 mil usuários).

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Curiosidades

CHINA APOSTA NO CONTROLE CEREBRAL PARA VICIADOS EM DROGAS, ENTENDA

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A China tem surpreendido por seu desenvolvimento tecnológico e científico. A superpotência emergente tem alcançado parâmetros tão positivos, que tem se destacado mais que superpotências mundias, como os EUA. O que antes parecia ser impossível, tem se tornado real em vários setores diferentes.

O investimento em tecnologia é talvez um dos pontos mais fortes da China. Os avanços ocorrem de maneira veloz, deixando para trás grande parte do mundo. Coisas que antes pensamos que era exclusivo de filmes de ficção científica, estão se tornando realidade.

Os cientistas chineses começaram o primeiro teste clínico do mundo de estimulação cerebral profunda (DSB) para as pessoas viciadas em drogas. O procedimento é invasivo e tem a perfuração dos orifícios no crânio do paciente para que os eletrodos sejam colocados em seu cérebro. Esses eletrodos podem ser estimulados através de um dispositivo portátil.

Segundo a ABC News, essa mesma tecnologia já foi usada para distúrbios como a doença da Parkinson. E essa é a primeira vez que o DSB vai ser usado com a esperança de acabar com o vício.

Estudo

O primeiro ensaio focou no vício em metanfetamina e está sendo feito no hospital Ruijim, em Xangai. Segundo os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, existem oito ensaios clínicos DBS registrados para a dependência de drogas.

Seis desses oito estão na China. Mesmo que o país tenha um passado não muito bom com as cirurgias cerebrais, atualmente, a China se tornou o centro mundial de pesquisa DBS. O primeiro paciente é um viciado em metanfetamina conhecido apenas como Yan.

Ele usa drogas desde 2001, quando seu filho nasceu e ele perdeu cerca de 150 mil dólares em jogos de azar. Depois disso, ele se divorciou e com as visitas do filho sendo cada vez menores, ele se submeteu ao teste do DBS. “Minha força de vontade é fraca”, disse Yan.

Ele foi então para a operação na qual o médico Li Dianyou perfuraria seu crânio e colocaria dois eletrodos pequenos em uma área perto do seu cérebro. Tal área é a que está vinculada com o vício. Depois de algumas horas, Yan também passou por uma cirurgia onde foi colocada uma bateria no peito.

Procedimento

O procedimento parece tirado de um filme de ficção, mas os riscos são reais. O paciente pode morrer com uma hemorragia cerebral, convulsões, infecção ou deixar a mesa de cirurgia com uma personalidade nova.

Mas no caso de Yan, ele disse se sentir entusiasmado. Além disso, o médico deu ao cérebro de Yan um teste remoto e emoções novas na cabeça. O médico era capaz de fazer o paciente se sentir alegre ou agitado apenas com um toque.

“Esta máquina é muito mágica. Ele se ajusta para te fazer feliz, para deixar você nervoso”, disse Yan. E segundo o homem, ele está sem usar drogas há meses.

Outros lugares do mundo não foram tão abertos ao procedimento como a China. Na Europa, a dificuldade foi encontrar pacientes. Nos EUA, preocupações éticas e científicas dificultaram essa aceitação. Mas a aversão dos americanos ao procedimento diminuiu nos últimos anos.

Enquanto isso, na China, o DBS, como a nova abordagem que pode acabar com a dependência de droga, está aumentando com força total. Também porque as leis antidrogas no país forçavam várias pessoas a fazerem tratamentos obrigatórios que incluíam a “reabilitação”com trabalho físico. E ela podia durar anos.

via: fatosdesconhecidos

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