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SEU ‘EU BÊBADO’ PODE SER SEU VERDADEIRO EU, ENTENDA

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Quem nunca exagerou naquelas doses de tequila na balada sábado à noite ou nas latinhas de cerveja no churrasco de domingo? Você pode até tentar se controlar, porém, nem sempre é possível. Às vezes, você ultrapassa seu sinal vermelho interno, e o seu eu bêbado assume o comando.

Nessa hora, todos à sua volta entram em ação. Alguns adoram essa versão de você, pois ela é mais alegre, ri de tudo e não para de fazer piadas. Outros já não são tão simpáticos assim e resolvem se afastar, porque vai que rola um vômito, não é mesmo?

Ainda existem aquelas pessoas que não podem beber além da conta, que começam a chorar todos os litros de lágrimas que não gastam no seu dia a dia. Essas certamente devem guardar muito melancolia na sua rotina sóbria.

No dia seguinte, quando tudo volta ao normal, fica aquela sensação de ter feito besteira. Para ser sincero, é aquela sensação de vergonha e exaustão mesmo. A famosa ressaca que pode ser física e moral. Mas e se eu te disser que, na verdade, aquele seu ‘eu bêbado’ é o seu verdadeiro eu?

Eu bêbado

Não importa se você é o bêbado dançante, carente, extrovertido, introvertido, emocional, tiozão ou qualquer outra coisa: esse é o seu verdadeiro eu, segundo uma pesquisa recente. Tal pesquisa revelou que o seu eu bêbado, é simplesmente você.

Acontece que, embora possa parecer que você é uma pessoa completamente diferente quando está ficando bêbado (ou já completamente bêbado), um estudo de 2017, publicado na Clinical Psychological Science, descobriu que sua personalidade nesse estado sob efeito do álcool não difere da que você tem quando está sóbrio, ou pelo menos mais ou menos. Basicamente, você é sempre aquela pessoa especial, única e maravilhosa, não importa quantas doses de whisky insista em tomar todas as vezes que vê os seus amigos.

Os pesquisadores da Universidade do Missouri e da Universidade de Purdue procuraram descobrir se “personas bêbadas” são diferentes das pessoas sóbrias de fato. Eles testaram especificamente se “as diferenças entre a expressão da personalidade sóbria e bêbada podem ser observadas de forma confiável” pelos amigos.

Duas semanas antes do experimento, os pesquisadores fizeram os 156 participantes responderem pesquisas descrevendo suas personalidades sóbrias e bêbadas. Em seguida, a equipe deu para metade dos participantes bebidas alcoólicas. Logo depois, se juntaram aos seus amigos para para que fossem feitos diferentes traços de personalidade.

Os bêbados classificaram seus próprios traços de personalidade, enquanto avaliadores sóbrios avaliaram os mesmos traços. Enquanto os bebedores notaram diferenças de personalidade em si mesmos enquanto estavam bêbados, os espectadores sóbrios não viam grandes diferenças entre suas personalidades sóbrias e bêbadas. Exceto pela extroversão.

Resultado

Os pesquisadores afirmaram o seguinte: “ficamos surpresos ao encontrar discrepância entre a percepção dos bêbados de suas próprias personalidades induzidas pelo álcool e a dos observadores”, disse a principal autora, Rachel Winograd, uma cientista de Psicologia da Universidade de Missouri. “Os participantes relataram que experimentam diferenças em todos os fatores de personalidade , mas a extroversão foi o único fator robusto percebido como diferente entre os participantes em álcool e condições sóbrias”.

Talvez você só se sinta outra pessoa bêbado por causa do efeito placebo, ou mesmo, porque prefere fingir que estava bêbado e não se sentir envergonhado.

 

via: fatosdesconhecidos

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VOYNICH: DESVENDARAM O MISTÉRIO DO LIVRO QUE NINGUÉM CONSEGUIA LER

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O Manuscrito de Voynich é um misterioso livro ilustrado, escrito em um alfabeto desconhecido e incompreensível. Acredita-se que o livro tenha sido escrito há pelo menos 600 anos atrás, por um autor desconhecido. Além da linguagem ininteligível, as ilustrações também são bastante curiosas. No livro, é possível ver diversas mulheres nuas em poças de líquidos verdes e plantas de aparência desconhecida.

Durante anos, muitos estudiosos, criptógrafos e linguistas tentaram traduzir a linguagem desconhecida do lendário manuscrito, mas sem sucesso. Mas agora alguém parece ter conseguido decifrar o “texto mais misterioso do mundo”.

O doutor Gerard Cheshire, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, afirma que o manuscrito de Voynich está escrito em uma língua morta chamada proto-românica. E que depois de estudar a fundo as letras e os símbolos, ele finalmente conseguiu decifrar o significado do emblemático texto.

A descoberta linguística

Por mais de um século, os estudiosos tentaram traduzir o significado do famoso manuscrito de Voynich. Mas o pesquisador, Dr. Gerard Cheshire levou apenas duas semanas para identificar o sistema de linguagem e escrita do documento.

Cheshire descreve como decifrou com sucesso o código manuscrito em seu artigo, The Language and Writing System, do MS408 (Voynich) Explained, que foi publicado na revista Romance Studies. Segundo ele, o texto revela o único exemplar conhecido da língua proto-românica.

“Eu experimentei uma série de momentos ‘eureka’ enquanto decifrei o código, seguido por um sentimento de descrença e excitação quando percebi a magnitude da conquista, tanto em termos de sua importância linguística e as revelações sobre a origem e conteúdo do manuscrito”, disse ele à SciNews.

O doutor ainda conta que descobriu que o manuscrito foi elaborado por freiras da Ordem Dominicana. E que ele serviu como referência para Maria de Trastâmara. “O que revela é ainda mais surpreendente do que os mitos e fantasias que gerou. Por exemplo, o manuscrito foi compilado por freiras dominicanas como fonte de referência para Maria de Castela, Rainha de Aragão, que por acaso foi tia-avó de Catarina de Aragão”.

“Também não é exagero dizer que este trabalho representa um dos desenvolvimentos mais importantes até hoje na linguística românica. O manuscrito está escrito em proto-romance, idioma ancestral das línguas românicas de hoje, incluindo português, espanhol, francês, italiano, romeno, catalão e galego. A língua usada foi onipresente no Mediterrâneo durante o período medieval, mas raramente foi escrito em documentos oficiais ou importantes, porque o latim era a língua da realeza, igreja e governo. Por resultado, o proto-romance foi perdido do registro, até agora”, afirma Cheshire.

A linguagem do manuscrito

Cheshire explica ainda o que torna o manuscrito de Voynich tão incomum, falando em termos linguísticos.

“Ele usa uma linguagem extinta. Seu alfabeto é uma combinação de símbolos desconhecidos e mais familiares. Ele não inclui sinais de pontuação dedicados, embora algumas letras possuam variantes de símbolo para indicar pontuação ou acentos fonéticos. Todas as letras estão em letras minúsculas e há não há consoantes duplas. Inclui ditongo, tritongos, quadrítas e até mesmo quintípedes para a abreviação de componentes fonéticos. Também inclui algumas palavras e abreviações em latim”.

O próximo passo agora que o manuscrito foi decifrado é traduzir o manuscrito por completo, algo que levará algum tempo, já que o livro tem mais de 200 páginas.

“Agora o idioma e o sistema de escrita foram explicados, as páginas do manuscrito foram abertas para os estudiosos explorarem e revelarem, pela primeira vez, seu verdadeiro conteúdo linguístico e informativo”, disse ele.

Cheshire adianta que o documento reúne vários textos sobre remédios à base de plantas, banhos terapêuticos, leitura astrológica, além de dicas sexuais. Mas ainda é preciso um trabalho mais aprofundado para descobrir outros segredos guardados no livro.

via: fatosdesconhecidos

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