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Tecnologia

Seabubble- O carro elétrico que voa sob a água.

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As novas tecnologias e os transportes estão cada vez mais ligados. E a questão tecnológica está dando um ponto de vista sem precedentes de transportes cada vez mais futuristas. Neste caso, falamos sobre o Seabubble, um carro elétrico cuja função é “voar” na água. Um carro diferente que tem um design semelhante ao dos catamarãs voadores.

catamarã voador japonês
Catamarã voador japonês

Um carro diferente

O transporte ecológico é apresentado como o verdadeiro futuro da indústria. É por isso que Alain Thébault se encontrou com Ander Bringdal, campeão mundial do windsurf, para criar um novo meio de transporte que pudesse navegar pelos rios e canais sem ter que usar combustíveis poluentes. Depois de vários anos testando alguns protótipos, parece que eles finalmente criaram a fórmula de sucesso. Um veículo complexo que se chama Seabubble e que, já navegou no rio Sena, em Paris.

Seabubble pessoas a bordo

É um carro que incorpora um novo controle elétrico de vôo desenvolvido meticulosamente pela equipe de hidrodinâmica, aerodinâmica e dinâmica de fluidos computacionais Caponnetto Hueber. Sem dúvida, um dos complementos que este eco táxi precisava. A chave para tudo isso está no sentimento de que os passageiros estão na estrada e não no meio da água. Da mesma forma que acontece com os aviões, as três abas hidrodinâmicas são perfeitamente conectadas a um pequeno motor controlado por um computador. Além disso, alguns sensores medem a altura acima da água em todos os momentos para que não haja problemas e o Seabubble não vire.

Eco táxi, Seabubble, Vista interna

De acordo com os dados recebidos dos primeiros testes, o veículo começa a se levantar quando atinge seis nós (11,11 km/h) de velocidade. A partir dai, o Seabubble pode acelerar até 25 quilômetros por hora e incorpora um intervalo entre 80 e 100 quilômetros. Sem esquecer que é construído com materiais completamente biodegradáveis ​​e que é alimentado exclusivamente por energia livre de emissões. A empresa Thébault espera iniciar a produção da Seabubble em cidades como Veneza e Dubai este ano (2018).

Seabubble parte traseira

Assista ao teste de uso:

Fonte: sitedecuriosidades

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Tecnologia

UM NOVO MATERIAL PODERIA FAZER DOWNLOAD DO SEU CÉREBRO, ENTENDA

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Um novo material quântico foi desenvolvido pelos cientistas da Universidade de Purdue e do Laboratório Nacional Argonne, ambos nos Estados Unidos. Este material poderá, no futuro, transferir informações entre o cérebro humano e um computador, sem a necessidade de outros aparelhos ou conectores.

O projeto desenvolvido por eles ainda se encontra nos estágio iniciais e nos remete a uma ideia de um possível upload de informações a partir de nosso cérebro. Essas informações poderiam ser armazenadas em uma nuvem. Outra possibilidade é a de que o próprio cérebro poderia nos dar informações sobre doenças, entre outras métricas de saúde do corpo. Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.

O novo material

Os pesquisadores têm como objetivo criar um material que “pense” como o cérebro. Além de também ser mais sensível a sinais precoces de doenças, como o mal de Parkinson. Apesar de parecer coisa de filme, os cientistas conseguiram desenvolver um material que pode ao menos “escutar”.

É através das correntes iônicas, que ajudam o cérebro a realizarem uma reação em particular, que nosso organismo realiza algo tão básico como respirar. Fazer a detecção de íons significa também detectar a concentração de uma molécula, o que nos fornece um indicador de saúde do cérebro.

“A meta é preencher a lacuna entre como a eletrônica pensa, que é via elétrons, e como o cérebro pensa, que é via íons. Este novo material nos ajudou a encontrar uma ponte em potencial”, explicou Hai-Tian Zhang, pós-doutorando e principal autor do estudo.

O novo material foi testado em duas moléculas: glicose, açúcar essencial para produção de energia, e na dopamina, responsável pela regulagem do movimento, respostas emocionais e memória. A quantidade de dopamina no cérebro costuma ser baixa. Pacientes com o mal de Parkinson costumam ter percentuais ainda menores. A detecção desse mediador químico é algo notoriamente difícil. Assim, a detecção precoce dos níveis de dopamina significaria um tratamento precoce da doença.

Download

“Este material quântico é cerca de nove vezes mais sensível à dopamina do que os métodos que usamos atualmente em modelos animais”, disse Alexander Chubykin, pesquisador envolvido no estudo. Os pesquisadores ainda afirmaram que o novo material poderia “sentir” átomos de diversas outras moléculas. Agora, eles desejam criar uma maneira para que esse material “responda” ao cérebro.

No futuro, os cientistas acreditam que isso nos daria a capacidade de fazer uma espécie de “download” das informações no cérebro.

“Imagine colocar um dispositivo eletrônico no cérebro para que, quando as funções cerebrais naturais começarem a se deteriorar, uma pessoa ainda possa recuperar memórias desse dispositivo”, disse Shriram Ramanathan, professor de engenharia de materiais em Purdue. Ramanathan possui um laboratório especializado no desenvolvimento de tecnologias inspiradas no principal órgão do corpo humano, o cérebro.

“Podemos dizer com confiança que este material é um caminho potencial para construir um dispositivo de computação que armazene e transfira memórias”, concluiu o professor.

 

via: fatosdesconhecidos

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