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Curiosidades

ROBÔS FORAM DEMITIDOS NO JAPÃO POR ESTAREM INCOMODANDO HÓSPEDES

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O Japão é um país com ideias bem futuristas. Algumas delas chegam a ser bastantes peculiares. Como é o caso do Henna- Hotel, o primeiro hotel robótico, que chegou a ser reconhecido pelo Guinness World Records como o primeiro empreendimento do gênero no mundo.

A ideia era promissora. Até que os seus funcionários robôs, ao invés de auxiliar e proporcionar uma experiência agradável aos hóspedes, começaram a causar incômodos que resultaram na demissão de mais de 200 deles. Uma boa notícia para a mão de obra humana, que foi recrutada novamente com o afastamento das máquinas.

O hotel

O “Hotel Estranho” traduzido ao pé da letra, foi inaugurado em 2015, e tomou as manchetes de todo o mundo devido a sua proposta peculiar: 50% dos seus funcionários são robôs.

A estrutura de hospedagem segue o padrão de hotéis pelo mundo, mas a recepção é um pouco mais moderna ou talvez excêntrica. O ex-recepcionista do hotel, e quem fazia o check-in dos clientes, era um velociraptor animatrônico, que demonstrou ineficiência no atendimento aos hóspedes estrangeiros, o que sempre exigia a presença de um funcionário humano para realizar a tarefa.

As demissões

O jornal americano The Wall Street Journal publicou recentemente que o hotel foi obrigado a tomar medidas radicais, e demitir grande parte dos seus funcionários futurísticos. Um total de 243 máquinas foram demitidas e funcionários humanos foram chamados para preencher as vagas.

A ideia dos robôs era suprir a escassez de mão de obra, usando os androides para todas as funções, desde a de barman até os cargos necessários para esclarecer as dúvidas dos clientes. Porém, a tecnologia investida nos robôs não é avançada o suficiente para desempenhar a maioria das tarefas esperadas.

Além do recepcionista não identificar outros idiomas além do japonês, outras máquinas causaram ainda maiores problemas. Por exemplo, a assistente virtual conseguia modificar a temperatura do ar condicionado, mas não era capaz de responder perguntas básicas dos clientes. Além de confundir o barulho do ronco com um comando de voz e acordar os hóspedes durante a noite.

Apesar dos incidentes envolvendo os funcionários robóticos, o hotel garante que planeja investir em tecnologia a fim de aprimorar os seus robôs e inseri-los novamente no quadro de empregados.

via: fatosdesconhecidos

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Curiosidades

O PROJETO AMBICIOSO DA NASA DE CONSTRUIR ESSA ”CAÇADORA DE PLANETAS”

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A NASA (Agência Espacial dos Estados Unidos) foi fundada no ano de 1958. Cerca de três anos depois, em 1961, foi criado o centro espacial norte americano Johnson Space Center. A NASA funciona como núcleo de pesquisa, realização e comando de voos tripulados. Ela também abriga o MCC (Centro de Controle das Missões), cuja função principal é gerenciar todas as atividades que acontecem na Estação Espacial Internacional e todas as missões espaciais que são demandadas.

A NASA agora tem o objetivo de fazer missões de caça exoplanetas starshade. Essas missões podem parecer tecnologicamente assustadoras, mas elas não estão fora do alcance da NASA, de acordo com pesquisas recentes.

Para que essa missão fosse realizada seria usado um telescópio espacial e uma nave separada. Ela voaria cerca de 40 mil quilômetros de distância na frente. A sonda, que viria atrás, seria equipada com uma grande sombra plana e de pétalas projetadas para bloquear a luz das estrelas. Isso permitiria que o telescópio orbite diretamente  POR mundos alienígenas que sejam pequenos como a Terra, e que de outra maneira seriam perdidos no brilho.

Os instrumentos, chamados coronógrafos, foram instalados em vários telescópios terrestres e espaciais. Eles funcionam com o mesmo bloqueio de luz. E os coronógrafos são incorporados no próprio telescópio.

Missões

Até agora não existem registros de missões starshade nos livros da NASA. Segundo oficiais da NASA, para que a missão funcione, as duas espaçonaves têm que estar alinhadas, perfeitamente precisas. Além de estarem com uma distância de cerca de um metro uma da outras.

“As distâncias que estamos falando para a tecnologia starshade são difíceis de imaginar”, disse Michael Bottom, engenheiro do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), em Pasadena.

“Se a starshade fosse reduzida para o tamanho de uma montanha-russa, o telescópio teria o tamanho de uma borracha para lápis, e eles seriam separados por cerca de 100 quilômetros. Agora imagine que esses dois objetos estão flutuando livremente no espaço. Eles estão experimentando esses pequenos puxões e empurrões da gravidade e de outras forças. E ao longo dessa distância estamos tentando manter ambos precisamente alinhados dentro de cerca de 2 milímetros”, continuou.

Em teoria, algumas falhas seriam possíveis de ser detectadas se tivesse uma câmera dentro do telescópio espacial. Isso porque pequenas quantidades de luz estelar vazam sempre ao redor da estrela. E isso forma um padrão claro e escuro. Essa câmera detectaria esses desalinhamentos quando visse que o padrão estava fora do centro.

Técnicas

Para testar essa técnica e se ela realmente funcionaria, Bottom criou um programa de computador. Os resultados do experimento foram bastante encorajadores.

“Podemos sentir uma mudança na posição da starshade até uma polegada, mesmo sobre essas enormes distâncias”, comentou.

Paralelamente, Thibault Flinois, engenheiro da JPL, e seus colegas fizeram um conjunto de algoritmos que usam as informações do programa de Bottom. Isso para que conseguissem determinar quando a starshade tem que disparar de maneira autônoma os seus propulsores para manter o alinhamento.

Os trabalhos em conjunto dizem que as missões starshade são tecnologicamente possíveis. De fato, deve ser possível manter uma starshade grande e um telescópio espacial alinhados a uma distância de até 74 mil quilômetros.

“Isso para mim é um bom exemplo de como a tecnologia espacial se torna cada vez mais extraordinária, baseando-se em seus sucessos anteriores”, disse Phil Willems, gerente da atividade Starshade Technology Development da NASA.

“Usamos formação voando no espaço toda vez que uma cápsula atraca na Estação Espacial Internacional. Mas Michael e Thibault foram muito além disso e mostraram uma maneira de manter a formação em escalas maiores que a própria Terra”, concluiu Willems.

via: fatosdesconhecidos

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