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QUANTO VAI CUSTAR PASSAR UMA NOITE NO ESPAÇO PELA NASA?

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Graças ao lançamento de uma estação espacial,os humanos começaram a entender mais do espaço. Esse local está nos ajudando a entender como podemos viver no espaço. E o mais incrível de se pensar é que, não muito tempo atrás, essa ideia não passava de pura ficção científica.

A quantidade de informação e conhecimento que nós podemos obter no espaço é simplesmente inimaginável. Buscando esse conhecimento, diversas histórias estranhas e descobertas aconteceram. E também alguns incidentes, inclusive alguns envolvendo a Estação Espacial Internacional (ISS) e que muitas vezes não foram revelados.

Visitar o espaço foi sempre um desejo do ser humano. O turismo espacial sempre rodeou nossas mentes. E empresas grandes, como SpaceX, Boeing, Virgin Galatic, Blue Origin e SNC, têm projetos para fazer com que esse sonho se torne realidade o quanto antes.

Aqueles, não astronautas, que puderem e quiserem pagar pela viagem ao espaço terão uma experiência inesquecível em suas vidas. Com o avanço da ciência, o tempo de arrumar as malas para essa viagem pode estar mais perto do que imaginamos. Ao que parece, logo logo vai sair da ficção e se tornará algo do mundo real.

Tanto pode se tornar concreto que a agência espacial norte americana afirmou que abrirá a estação em órbita para o turismo e outros empreendimentos comerciais. Segundo Robyn Gatens, vice diretora da ISS, ocorrerão duas pequenas missões de astronautas não profissionais por ano.

Esses astronautas não profissionais, segundo a NASA, poderão viajar para a ISS pelo período de 30 dias. E o modo de transporte que os levará até lá serão espaçonaves americanas.

“A Nasa está abrindo a Estação Espacial Internacional para oportunidades comerciais. E comercializando essas oportunidades, como nunca fizemos antes”, disse o diretor financeiro, Jeff DeWit.

Viagem

Segundo a NASA, caberia as empresas comerciais privadas a responsabilidade de determinar a composição da tripulação e garantir que os astronautas atendam todos os requisitos médicos e tenham o treinamento correto para esses voos espaciais.

As empresas, que farão essas viagens, foram contratadas pela NASA. Elas são a SpaceX, que tem como proprietário Elon Musk, e usará como meio de transporte a sua cápsula Dragon e a Boeing, que ainda está em processo de construção da sua espaçonave, chamada Starliner.

Essas empresas devem cobrar para esses astronautas não profissionais uma taxa parecida àquela que eles cobram também para a NASA e seus astronautas. Algo em torno de 60 milhões de dólares por voo.

A NASA já tinha restringido qualquer uso comercial da estação espacial e proibiu seus astronautas de participarem de pesquisas com fins lucrativos. Mas a estação não é propriedade da NASA. Ela foi construída a partir de 1998, junto com a Rússia.

Em 2001, o empresário americano Dennis Tito se tornou o primeiro turista espacial quando pagou à Rússia aproximadamente 20 milhões para fazer uma viagem de ida e volta.

Esse anúncio da NASA, feito na sexta-feira (7/6),  faz parte de um movimento em direção à privatização total da ISS. Em 2018, o presidente americano publicou um orçamento que pedia que a estação fosse liberada pelo governo até 2025. E a agência espacial planeja voltar à lua em 2024.

 

via: fatosdesconhecidos

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Curiosidades

POR QUE AS PESSOAS NÃO SORRIAM NAS FOTOGRAFIAS DO PASSADO?

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Apesar de terem sido altamente popularizadas com a tecnologia, trazendo a fotografia para o cotidiano das pessoas, a incorporando às ferramentas de uso diário como os celulares, as primeiras fotografias foram tiradas no final da década de 1820. Ao longo do restante do século, ela foi se desenvolvendo, tanto na forma artística quanto na atividade social.

No entanto, se dermos uma olhada nos registros feitos do passado perceberemos a grande escassez de sorrisos nas fotos. E só foi entre os anos de 1920 e 1930 que os sorrisos começaram a surgir. Foi só a partir desses momentos da história é que os sorrisos começaram a ser basicamente um padrão nas fotografias. E aí que as pessoas costumam questionar o que teria mudado e impulsionado as pessoas a sorrirem.

Alguns acreditam que o motivo pelo qual as pessoas se recusavam a sorrir em fotografias seria devido ao péssimo estado de conservação de seus dentes. No entanto, muitos pesquisadores rejeitam essa possibilidade. Porém, Angus Trumble, diretor da National Portrait Gallery, em Canberra, na Austrália, aponta que um maior cuidado com a saúde bucal poderia sim um fator que levou ao surgimento dos sorrisos.

Ele argumenta que não é porque os dentes mal cuidados eram algo muito comum naquela época que as pessoas iam querer eternizá-los dessa maneira. “As pessoas tinham dentes ruins, se tinham dentes, o que militava contra abrir a boca em ambientes sociais”, disse ele.

Outro argumento para a falta de sorrisos nas fotos do século XIX é o fato de que capturar uma foto levava muito tempo. Portanto, as pessoas não conseguiam manter um sorriso por tempo suficiente. “Algumas delas são verdadeiras”, disse Todd Gustavson, curador de tecnologia do George Eastman Museum. “Se você olhar para os processos iniciais que levavam um longo tempo de exposição, você escolheria uma pose que fosse mais confortável”.

Porém, ele também aponta que colocar a tecnologia como um fator limitante é um verdadeiro exagero. Isso porque, durante os anos 1850 e 1860, já era possível, com condições adequadas, capturar fotos com apenas alguns segundos de exposição. Nas décadas que se seguiram, isso era ainda mais rápido. O que significa que era possível capturar sorrisos muito antes disso se tornar algo comum.

A professora de cultura e comunicação, Christina Kotchemidova, em um artigo sobre a história dos sorrisos em fotografias, também questiona tal argumento. Segundo ela, sorrir em geral é algo inato, porém, sorrir em frente a uma câmera não é algo instintivo.

Alguns especialistas afirmam que a falta de sorrisos é algo herdado de costumes pré-existentes na pintura. Sorrir era considerado rude e completamente inadequado para retratos. Entretanto, os santos muitas vezes eram retratados com leves sorrisos. Sorrisos largos foram “associados à loucura, grosseria, sonolência, embriaguez, todos os tipos de estados não particularmente decorosos”, disse Trumble.

Portanto, alguns fotógrafos em seus estúdios criavam cenários elegantes e orientavam as pessoas a se comportarem. Eles pediam que fossem produzidas expressões sérias, muito comuns em fotografias do século XIX. Entretanto, de acordo com Gustavson, alguns fotógrafos quebravam essas normas. Em algumas poucas fotos antigas, podemos ver as pessoas sorrindo.

Mudanças

Em uma foto de dois oficias na Guerra Mexicano-Americana, em 1847, é possível ver um deles sorrindo. Já em uma imagem de jogadores de pôquer, de 1853, podemos ver um deles sorrindo enquanto o outro está focado em suas cartas. No entanto, essas não são representações de como eram os retratos de pessoas de classes superiores.

Por outro lado, à medida com que a fotografia se expandia, isso também ampliava as expressões aceitáveis para as fotos. “Tire a câmera do profissional e coloque-a nas mãos do fotógrafo amador e, em seguida, eles podem fazer o que quiserem”, disse Gustavson.

Conforme o tempo passava, a fotografia e a pintura começaram a interagir uma com a outra. Cada uma se aproveitando dos benefícios da outra. Pintores tentavam imitar a clareza e a espontaneidade das fotos. Já os fotógrafos tentavam evocar elementos da fina arte da pintura. O que também pode ter influenciado no surgimento dos sorrisos.

Entretanto, uma mudança completa nas normas fotográficas parece ter surgido durante a Segunda Guerra Mundial. Um estudo, realizado em anuários do ensino médio dos EUA, de 1905 a 2005, mostrou algumas mudanças na expressão padrão das pessoas. Os pesquisadores descobriram que a curvatura labial média aumentava conforme o passar do tempo. Além de que, as mulheres lideravam, em média, sorrindo mais do que os homens.

Kotchemidova também argumenta que a publicidade teve papel fundamental na disseminação do sorriso. E segundo ela, “a Kodak foi uma das pioneiras”. Em suas campanhas, a marca buscava uma abordagem mais feliz e retratava seus consumidores usando sua câmera durante momentos felizes. O que foi muito eficaz para influenciar as pessoas. Kotchemidova acredita que as pessoas internalizaram tais mensagens e passaram a imitar as propagandas.

A grande verdade é que, no estudo dos sorrisos nas fotografias, se as pessoas estão ou não sorrindo, tem muito pouco a ver com o fato delas estarem ou não felizes.

 

via: fatosdesconhecidos

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