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Curiosidades

O TERRÍVEL CAÇADOR QUE É CONSIDERADO UM DOS MAIORES INIMIGOS DOS ANIMAIS

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A África é considerada o berço da humanidade. Várias teses mostram indícios de que o gênero homo tenha surgido no continente africano há mais de dois milhões de anos. O continente também é conhecido como o lugar do safári, dos leões, tigres, girafas enormes e uma cultura muito bonita.

Ele é o segundo continente mais populoso do planeta, somando mais de 1 bilhão de pessoas. E o terceiro maior continente do mundo. Se você parar para pensar, sua extensão chega a cobrir 20% das terras do planeta.

E esse terceiro maior recanto de belezas e segredos tem muita coisa para mostrar que as pessoas nem sonham em conhecer. Mas não só belezas e mistérios a África tem para mostrar. O continente é um dos poucos lugares que concentram um ambiente natural tão rico. Não é à toa que o muitos países do continente atraem milhares de turistas todos os anos. Ele vem interessados nos maravilhosos safáris. No entanto, é sempre preciso tomar muito cuidado, já que não é muito difícil dar de cara com animais extremamente perigosos durante excursões do tipo.

Embora sofra com tantas desigualdade e problemas sociais crônicos, a Áfricaainda assim representa um continente rico em fauna e flora. Sua biodiversidade é realmente exuberante, resguardando os mais incríveis animais que compõem a vida selvagem de nosso mundo. Alguns deles não podem ser encontrados em nenhum outro lugar, a não ser por lá. Mas, infelizmente, muitos ainda sofrem com a caça furtiva e já estão ameaçados de extinção.

Por mais que em tempos modernos, a caça já seja um “hobby” visto com maus olhos, existem pessoas que não abandonam seus antigos hábitos. E não só isso, há quem também quem se orgulhe deles.

Caça

Esse é o caso de Rob Thomson, que diz que sem o seu trabalho a espécie de elefantes estaria fora de controle. E ele não se limita aos elefantes. E segundo um relatório da organização Campanha para Proibir Trophy Hunting, apenas um caçador do continente africano matou pelo menos cinco mil elefantes na região.

O número já é de impressionar. Mas o mais impressionante ainda é que Ron Thomson confirmou ao The Independent que ele não sentia nenhum remorso em ter matado todos os animais. Segundo Thomson, ele apenas fez o seu trabalho e que os “importantes especialistas ocidentais” negligenciaram os aspectos do que ele fez. Ele ainda disse que não matou os animais por ter uma sede de sangue. Foi porque sem o seu trabalho, essas espécies estariam fora de controle.

Visão

Na concepção do homem, o elefante africano está longe de ser extinto. Mas segundo a World Wildlife Federation (WWF), essa espécie entrou em colapso exatamente por causa da caça e de guerras.

“O troféu de caça indústria está matando elefantes esquerda, direita e centro”, disse Eduardo Gonçalves, fundador da Campanha pelo Banimento Troféu de Caça.

Esse caçador tem 80 anos e é pai de dois filhos. Ele passou a maior parte de sua vida como guarda florestal nos parques nacionais da África. E essa caça horrível feita por Thomson não é limitada aos elefantes. Ele também já matou 800 búfalos, 60 leões e 40 leopardos.

 

via: fatosdesconhecidos

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Curiosidades

O PROJETO AMBICIOSO DA NASA DE CONSTRUIR ESSA ”CAÇADORA DE PLANETAS”

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A NASA (Agência Espacial dos Estados Unidos) foi fundada no ano de 1958. Cerca de três anos depois, em 1961, foi criado o centro espacial norte americano Johnson Space Center. A NASA funciona como núcleo de pesquisa, realização e comando de voos tripulados. Ela também abriga o MCC (Centro de Controle das Missões), cuja função principal é gerenciar todas as atividades que acontecem na Estação Espacial Internacional e todas as missões espaciais que são demandadas.

A NASA agora tem o objetivo de fazer missões de caça exoplanetas starshade. Essas missões podem parecer tecnologicamente assustadoras, mas elas não estão fora do alcance da NASA, de acordo com pesquisas recentes.

Para que essa missão fosse realizada seria usado um telescópio espacial e uma nave separada. Ela voaria cerca de 40 mil quilômetros de distância na frente. A sonda, que viria atrás, seria equipada com uma grande sombra plana e de pétalas projetadas para bloquear a luz das estrelas. Isso permitiria que o telescópio orbite diretamente  POR mundos alienígenas que sejam pequenos como a Terra, e que de outra maneira seriam perdidos no brilho.

Os instrumentos, chamados coronógrafos, foram instalados em vários telescópios terrestres e espaciais. Eles funcionam com o mesmo bloqueio de luz. E os coronógrafos são incorporados no próprio telescópio.

Missões

Até agora não existem registros de missões starshade nos livros da NASA. Segundo oficiais da NASA, para que a missão funcione, as duas espaçonaves têm que estar alinhadas, perfeitamente precisas. Além de estarem com uma distância de cerca de um metro uma da outras.

“As distâncias que estamos falando para a tecnologia starshade são difíceis de imaginar”, disse Michael Bottom, engenheiro do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), em Pasadena.

“Se a starshade fosse reduzida para o tamanho de uma montanha-russa, o telescópio teria o tamanho de uma borracha para lápis, e eles seriam separados por cerca de 100 quilômetros. Agora imagine que esses dois objetos estão flutuando livremente no espaço. Eles estão experimentando esses pequenos puxões e empurrões da gravidade e de outras forças. E ao longo dessa distância estamos tentando manter ambos precisamente alinhados dentro de cerca de 2 milímetros”, continuou.

Em teoria, algumas falhas seriam possíveis de ser detectadas se tivesse uma câmera dentro do telescópio espacial. Isso porque pequenas quantidades de luz estelar vazam sempre ao redor da estrela. E isso forma um padrão claro e escuro. Essa câmera detectaria esses desalinhamentos quando visse que o padrão estava fora do centro.

Técnicas

Para testar essa técnica e se ela realmente funcionaria, Bottom criou um programa de computador. Os resultados do experimento foram bastante encorajadores.

“Podemos sentir uma mudança na posição da starshade até uma polegada, mesmo sobre essas enormes distâncias”, comentou.

Paralelamente, Thibault Flinois, engenheiro da JPL, e seus colegas fizeram um conjunto de algoritmos que usam as informações do programa de Bottom. Isso para que conseguissem determinar quando a starshade tem que disparar de maneira autônoma os seus propulsores para manter o alinhamento.

Os trabalhos em conjunto dizem que as missões starshade são tecnologicamente possíveis. De fato, deve ser possível manter uma starshade grande e um telescópio espacial alinhados a uma distância de até 74 mil quilômetros.

“Isso para mim é um bom exemplo de como a tecnologia espacial se torna cada vez mais extraordinária, baseando-se em seus sucessos anteriores”, disse Phil Willems, gerente da atividade Starshade Technology Development da NASA.

“Usamos formação voando no espaço toda vez que uma cápsula atraca na Estação Espacial Internacional. Mas Michael e Thibault foram muito além disso e mostraram uma maneira de manter a formação em escalas maiores que a própria Terra”, concluiu Willems.

via: fatosdesconhecidos

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