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Tecnologia

Ministério divulga metas de Ciência e Tecnologia para 100 dias de governo

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O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni apresentou nesta quarta-feira (23) as 35 metas prioritárias para os 100 primeiros dias do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Marcos Pontes, que comanda a pasta de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MTCIC), já havia falado sobre a ampliação da divulgação de iniciativas e agora outros pontos se juntam ao que ele adiantou durante a posse.

Um dos mais importantes é a implantação de um Centro de Testes de Tecnologia, que poderá mapear tecnologias em sistemas de dessalinização nas condições de operação do semiárido. Isso significa que em breve poderemos ter inovações para melhorar o abastecimento de água potável no Nordeste — onde já há vários dessalinizadores no sertão.

O documento também aponta um programa de modernização do Estado em estruturas e processos ministeriais, digitalização de serviços relacionados aos concursos públicos e ações administrativas e facilitar o comércio internacional com a redução dos custos de bens de informática.

dessalinizaçãoDessalinização já acontece em vários pontos do Nordeste brasileiro. Fonte: Grupo Qualital

Outras propostas preveem o Ciência na Escola, que busca promover a interação entre universidades e a rede de escolas públicas para o ensino de ciências; e o atendimento eletrônico de devedores dos órgãos federais, que pretende ampliar a arrecadação da Advocacia Geral da União (AGU) ao implementar instrumentos facilitadores de quitação de débitos com a União.

“Não são todas (as metas), nem necessariamente as mais importantes. São metas que o governo vai se empenhar para ter a condição de apresentar após 100 dias de governo. Estamos apresentando metas finalísticas escolhidas pelos ministérios, marcando o compromisso dos ministérios com essa meta”, comentou Lorenzoni.

via: tecmundo

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Tecnologia

UM NOVO MATERIAL PODERIA FAZER DOWNLOAD DO SEU CÉREBRO, ENTENDA

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Um novo material quântico foi desenvolvido pelos cientistas da Universidade de Purdue e do Laboratório Nacional Argonne, ambos nos Estados Unidos. Este material poderá, no futuro, transferir informações entre o cérebro humano e um computador, sem a necessidade de outros aparelhos ou conectores.

O projeto desenvolvido por eles ainda se encontra nos estágio iniciais e nos remete a uma ideia de um possível upload de informações a partir de nosso cérebro. Essas informações poderiam ser armazenadas em uma nuvem. Outra possibilidade é a de que o próprio cérebro poderia nos dar informações sobre doenças, entre outras métricas de saúde do corpo. Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.

O novo material

Os pesquisadores têm como objetivo criar um material que “pense” como o cérebro. Além de também ser mais sensível a sinais precoces de doenças, como o mal de Parkinson. Apesar de parecer coisa de filme, os cientistas conseguiram desenvolver um material que pode ao menos “escutar”.

É através das correntes iônicas, que ajudam o cérebro a realizarem uma reação em particular, que nosso organismo realiza algo tão básico como respirar. Fazer a detecção de íons significa também detectar a concentração de uma molécula, o que nos fornece um indicador de saúde do cérebro.

“A meta é preencher a lacuna entre como a eletrônica pensa, que é via elétrons, e como o cérebro pensa, que é via íons. Este novo material nos ajudou a encontrar uma ponte em potencial”, explicou Hai-Tian Zhang, pós-doutorando e principal autor do estudo.

O novo material foi testado em duas moléculas: glicose, açúcar essencial para produção de energia, e na dopamina, responsável pela regulagem do movimento, respostas emocionais e memória. A quantidade de dopamina no cérebro costuma ser baixa. Pacientes com o mal de Parkinson costumam ter percentuais ainda menores. A detecção desse mediador químico é algo notoriamente difícil. Assim, a detecção precoce dos níveis de dopamina significaria um tratamento precoce da doença.

Download

“Este material quântico é cerca de nove vezes mais sensível à dopamina do que os métodos que usamos atualmente em modelos animais”, disse Alexander Chubykin, pesquisador envolvido no estudo. Os pesquisadores ainda afirmaram que o novo material poderia “sentir” átomos de diversas outras moléculas. Agora, eles desejam criar uma maneira para que esse material “responda” ao cérebro.

No futuro, os cientistas acreditam que isso nos daria a capacidade de fazer uma espécie de “download” das informações no cérebro.

“Imagine colocar um dispositivo eletrônico no cérebro para que, quando as funções cerebrais naturais começarem a se deteriorar, uma pessoa ainda possa recuperar memórias desse dispositivo”, disse Shriram Ramanathan, professor de engenharia de materiais em Purdue. Ramanathan possui um laboratório especializado no desenvolvimento de tecnologias inspiradas no principal órgão do corpo humano, o cérebro.

“Podemos dizer com confiança que este material é um caminho potencial para construir um dispositivo de computação que armazene e transfira memórias”, concluiu o professor.

 

via: fatosdesconhecidos

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