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HOMEM TRANSFORMOU ÁREA EM POMAR COM MAIS DE MIL ESPÉCIES COM EXEMPLOS RARÍSSIMOS

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As pessoas colecionam várias coisas. Jogos, CD’s, brinquedos antigos, entre uma infinidade de objetos. Mas e plantas? Você já conheceu alguém que coleciona plantas? Então está na hora de conhecer Helton Josué, dono de um pomar com mais de mil espécies de frutas. Não, você não leu errado. O que hoje é uma grande coleção, começou com uma humilde horta.

Helton tinha 15 anos quando começou com a horta caseira. O objetivo era apenas ajudar no orçamento da família. No entanto, como não sabia nada sobre o assunto, precisou pesquisar para entender os métodos corretos e foi assim que se apaixonou pelo cultivo das frutas e começou sua coleção.

Um pomar

Foi estudando sobre, que Helton começou a se interessar por frutas raras e exóticas. A primeira que conheceu foi a saputá, uma fruta nativa do Brasil, comum na região Amazônica. Na região, a fruta também é conhecida como “gulosa”. O sabor descrito é tão bom, que muitos comparam com o sabor de um caramelo. Mas essa não é a única planta de seu pomar.

Durante todos os anos de estudo, Helton aprendeu tanto que hoje é considerado um frutólogo de respeito na região. O que antes era uma horta, se tornou um pomar com 1,3 mil espécies. O talento é tanto que ele inclusive lançou um livro onde fala a respeito. No livro Colecionando frutas – 100 espécies de frutas nativas e exóticas, ele compartilha um pouco de seus conhecimentos e experiências. Além disso, ele também descreve os métodos de cultivo e as propriedades de algumas plantas.

Uso das hortas como terapia

Quem vê Helton e todo seu sucesso, não imagina as dificuldades que o homem enfrentou ainda na infância. O frutólogo nasceu com disfunção neuromotora e só aprendeu a andar na adolescência. Hoje, com 36 anos de idade, ele tem dificuldades em segurar sementes, mas isso não o impede de fazer o que ama.

E se você pensa que horta é coisa só de avó, está muito enganado, viu? Plantar faz tão bem que é inclusive visto como uma forma de terapia, é o que chamamos de hortoterapia. O método estimula as funções sociais, cognitivas, físicas e psicológicas. Reduz a ansiedade e melhora o humor e a qualidade de vida. Além de estimular a movimentação dos músculos, o que provavelmente foi muito benéfico para Helton.

 

via: fatosdesconhecidos

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Curiosidades

ESSES PEQUENOS ANIMAIS PODERIAM SOBREVIVER A UMA CATÁSTROFE EM NÍVEIS MUNDIAIS

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Quando falamos de resistência, o primeiro animal que vem a nossa cabeça é a barata. Ela ganhou essa fama depois de estudos mostrarem que esses animais são capazes de sobreviver a uma bomba atômica.

Você se engana se realmente acha que as baratas são os animais mais resistentes do planeta Terra. Apesar de robustas, existe outro muito menos difundido que pode ser considerado muito mais determinante.

Chamado de Ursos da Água, os tardígrados são animais impressionantemente resilientes que vivem na água. Eles são invertebrados, possuem oito patas, podem sobreviver por até 30 anos sem comida ou água e suportam temperaturas extremas, exposição à radiação e até mesmo ao vácuo do espaço.

“Os tardígrados são animais extremamente resistentes. Os cientistas ainda estão tentando descobrir como eles sobrevivem a esses extremos”, afirmou Thomas Boothby, um pesquisador da Universidade da Carolina do Norte.

Animais resilientes

Todos os oceanos da Terra precisariam ferver para acabar com toda a vida do planeta. Ainda assim, esse não seria o fim para esse pequeno animal que é diferente de tudo mais que conhecemos.

Alguns cientistas afirmam que os tardígrados só conseguem sobreviver à altas temperaturas quando estão secos. Apesar de que, as espécies que vivem no fundo do mar deveriam morrer antes das águas ferverem, ainda assim, em geral, ainda é esperado que os mesmos evitem a extinção até que o sol se aproxime ao máximo e se transforme em um gigante vermelho para a Terra.

Eventos astrofísicos, como ataques de asteroides e explosões de estrelas, já foram causas de extinções em massa no passado na Terra. Esses fenômenos poderiam facilmente acabar com os seres humanos. Mas não com estes seres curiosos. Nós pertencemos a uma espécie sensível e mudanças sutis no meio ambiente nos impactam dramaticamente, segundo o estudioso Rafael Alves Batista, da Universidade de Oxford.

A resistência dos tardígrados foi explorada por Alves Batista e colegas em artigo na revista Scientific Reports. Eles buscavam explorar os efeitos de possíveis catástrofes astrofísicas em várias espécies além da humana.

Vida no espaço e destruição

“É um momento emocionante para se fazer perguntas sobre a vida no resto da galáxia ou universo”, diz o coautor do estudo David Sloan, também de Oxford. Nos últimos anos, por exemplo, os astrônomos encontraram milhares de planetas além do nosso, localizado nesse pequeno sistema solar, incluindo alguns que podem ser habitáveis.

Esse pequeno animal despertou a imaginação de muitos cientistas. “Não sabemos como a vida começa em um planeta, mas desde que vimos extinções em massa na Terra, queríamos saber se há algum fator astrofísico que possa matar completamente toda a vida em um planeta, uma vez iniciado”.

Como um animal consegue despertar tantos questionamentos? É simples, ele apesar de ter todas as características que poderiam o tornar facilmente eliminável, porém, ele é a coisa mais resistente na Terra. Ele sobreviveria a asteroides, supernovas e até a explosão de raios-gama.

Sabe a única coisa que poderia realmente exterminar essa raça de animais? A morte do sol. Esta poderia de fato levar à extinção total da vida na Terra, incluindo os tardígrados. “Parece que a vida, uma vez que vai, é difícil de eliminar completamente. Um grande número de espécies, ou até mesmo gêneros inteiros, pode ser extinto, mas a vida como um todo continuará”, afirmam os cientistas no estudo.

E aí, o que você achou desse pequeno animal? Comenta aqui com a gente e compartilha nas suas redes sociais. Para você que está decepcionado com a resiliência humana, aquele abraço.

 

via: fatosdesconhecidos

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