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Facebook sai do ar e deixa milhões de usuários sem aplicativo no mundo todo

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Facebook sai do ar nesta sexta-feira; ainda não se sabe o motivo
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Facebook sai do ar nesta sexta-feira; ainda não se sabe o motivo

Você reparou? Nesta sexta-feira (3), uma pane deixou o Facebook fora do ar por aproximadamente 30 minutos. Muitos usuários notaram a queda do aplicativo por volta das 13h10 (horário de Brasília) e já recorreram ao Twitter para falar sobre o problema. Como O costumes, os internautas não perderam tempo para brincar com a situação no Twitter.

Leia também: Tempo gasto no Facebook e no Instagram já pode ser monitorado pelo usuário

Até o momento não se sabe o motivo que deixou o Facebook fora do ar
. A plataforma voltou a funcionar por volta das 13h45, também no horário de Brasília. 

Ao tentar acessar a plataforma, usuários encontraram o aviso: “ Sorry, something went wrong. We’re working on getting this fixed as soon as we can
” (Desculpe, algo deu errado. Estamos trabalhando apra consertar isso em breve, na tradução livre).

De acordo com usuários, a queda do Facebook não aconteceu apenas na versão para desktop, mas também no aplicativo para dispositivos móveis, como celulares e tablets. 

Facebook fora do ar já tinha sido detectado

De acordo com o site Outage Report
, especializado em verificar o funcionamento de serviços digitais, a queda do Facebook
aconteceu depois do meio-dia, no Brasil. 

Embora os problemas tenham sido percebidos pelo mundo, o site Down Detector, 
que monitora as redes sociais, apontou que, entre às 19h de ontem e a uma da manhã de hoje, houve dois picos de notificações relatando problemas no Facebook

Leia também: Facebook deleta contas suspeitas de interferirem em eleições nos Estados Unidos

Instagram fora do ar

Outra plataforma que deixou os usuários ‘na mão’ recentemente foi o Instagram. Entre os dias 5 e 12 de junho, os  brasileiros relataram problemas
para conseguir acessar o aplicativo de fotos, já que não carregava o feed de notícias. Ou seja, o mesmo sintoma da pane que deixou o Facebook fora do ar
.

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UM NOVO MATERIAL PODERIA FAZER DOWNLOAD DO SEU CÉREBRO, ENTENDA

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Um novo material quântico foi desenvolvido pelos cientistas da Universidade de Purdue e do Laboratório Nacional Argonne, ambos nos Estados Unidos. Este material poderá, no futuro, transferir informações entre o cérebro humano e um computador, sem a necessidade de outros aparelhos ou conectores.

O projeto desenvolvido por eles ainda se encontra nos estágio iniciais e nos remete a uma ideia de um possível upload de informações a partir de nosso cérebro. Essas informações poderiam ser armazenadas em uma nuvem. Outra possibilidade é a de que o próprio cérebro poderia nos dar informações sobre doenças, entre outras métricas de saúde do corpo. Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.

O novo material

Os pesquisadores têm como objetivo criar um material que “pense” como o cérebro. Além de também ser mais sensível a sinais precoces de doenças, como o mal de Parkinson. Apesar de parecer coisa de filme, os cientistas conseguiram desenvolver um material que pode ao menos “escutar”.

É através das correntes iônicas, que ajudam o cérebro a realizarem uma reação em particular, que nosso organismo realiza algo tão básico como respirar. Fazer a detecção de íons significa também detectar a concentração de uma molécula, o que nos fornece um indicador de saúde do cérebro.

“A meta é preencher a lacuna entre como a eletrônica pensa, que é via elétrons, e como o cérebro pensa, que é via íons. Este novo material nos ajudou a encontrar uma ponte em potencial”, explicou Hai-Tian Zhang, pós-doutorando e principal autor do estudo.

O novo material foi testado em duas moléculas: glicose, açúcar essencial para produção de energia, e na dopamina, responsável pela regulagem do movimento, respostas emocionais e memória. A quantidade de dopamina no cérebro costuma ser baixa. Pacientes com o mal de Parkinson costumam ter percentuais ainda menores. A detecção desse mediador químico é algo notoriamente difícil. Assim, a detecção precoce dos níveis de dopamina significaria um tratamento precoce da doença.

Download

“Este material quântico é cerca de nove vezes mais sensível à dopamina do que os métodos que usamos atualmente em modelos animais”, disse Alexander Chubykin, pesquisador envolvido no estudo. Os pesquisadores ainda afirmaram que o novo material poderia “sentir” átomos de diversas outras moléculas. Agora, eles desejam criar uma maneira para que esse material “responda” ao cérebro.

No futuro, os cientistas acreditam que isso nos daria a capacidade de fazer uma espécie de “download” das informações no cérebro.

“Imagine colocar um dispositivo eletrônico no cérebro para que, quando as funções cerebrais naturais começarem a se deteriorar, uma pessoa ainda possa recuperar memórias desse dispositivo”, disse Shriram Ramanathan, professor de engenharia de materiais em Purdue. Ramanathan possui um laboratório especializado no desenvolvimento de tecnologias inspiradas no principal órgão do corpo humano, o cérebro.

“Podemos dizer com confiança que este material é um caminho potencial para construir um dispositivo de computação que armazene e transfira memórias”, concluiu o professor.

 

via: fatosdesconhecidos

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