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Tecnologia

EUA estão se preparando para identificar rostos através de paredes

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Imagine um governo que possui tecnologia suficiente para criar uma inteligência artificial capaz de identificar rostos – não do jeito convencional, mas sim através de paredes, detectando o calor emitido pelos corpos. Parece uma situação de algum filme futurista ou episódio de “Black Mirror“, né? Só que não. Na verdade, estamos falando de uma tecnologia que está sendo desenvolvida pelos Estados Unidos.

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Recentemente, foi publicado um relatório que mostrava que os cientistas do Laboratório de Pesquisa do Exército do país estão trabalhando em uma tecnologia que permita que o exército reconheça rostos com pouca luminosidade – inclusive através de paredes. No estudo, é explicado como é possível associar o reconhecimento facial feito por algoritmos de inteligências artificiais às tecnologias de imagens térmicas, utilizando câmeras térmicas.

Assim, as imagens capturadas seriam comparadas a pessoas-alvo listadas, formando uma nova imagem – e, claro, com o aprimoramento da tecnologia seria possível realizar essa identificação mesmo através de barreiras ou paredes. No exemplo abaixo, você vê como ficaria uma imagem convencional junto de uma térmica.

Parece algo realmente inovador, mas é importante lembrar que os EUA já têm um histórico do uso das câmeras de imagens térmicas para fins militares. Há veículos terrestres e até mesmo aeronaves que são capazes de identificar pessoas em locais com baixa luminosidade!

De acordo com o comunicado oficial do exército norte-americano, essa tecnologia está sendo desenvolvida como uma forma de auxiliar a detecção no campo de batalha, para ajudar soldados ao identificar inimigos importantes. Parece bom, certo? O problema é que é preciso considerar os limites da privacidade pessoal; afinal, quem garante que os Estados Unidos não vão utilizar essa tecnologia contra seus cidadãos em algum momento?

Fonte: THENEXTWEB

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Curiosidades

CHINA APOSTA NO CONTROLE CEREBRAL PARA VICIADOS EM DROGAS, ENTENDA

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A China tem surpreendido por seu desenvolvimento tecnológico e científico. A superpotência emergente tem alcançado parâmetros tão positivos, que tem se destacado mais que superpotências mundias, como os EUA. O que antes parecia ser impossível, tem se tornado real em vários setores diferentes.

O investimento em tecnologia é talvez um dos pontos mais fortes da China. Os avanços ocorrem de maneira veloz, deixando para trás grande parte do mundo. Coisas que antes pensamos que era exclusivo de filmes de ficção científica, estão se tornando realidade.

Os cientistas chineses começaram o primeiro teste clínico do mundo de estimulação cerebral profunda (DSB) para as pessoas viciadas em drogas. O procedimento é invasivo e tem a perfuração dos orifícios no crânio do paciente para que os eletrodos sejam colocados em seu cérebro. Esses eletrodos podem ser estimulados através de um dispositivo portátil.

Segundo a ABC News, essa mesma tecnologia já foi usada para distúrbios como a doença da Parkinson. E essa é a primeira vez que o DSB vai ser usado com a esperança de acabar com o vício.

Estudo

O primeiro ensaio focou no vício em metanfetamina e está sendo feito no hospital Ruijim, em Xangai. Segundo os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, existem oito ensaios clínicos DBS registrados para a dependência de drogas.

Seis desses oito estão na China. Mesmo que o país tenha um passado não muito bom com as cirurgias cerebrais, atualmente, a China se tornou o centro mundial de pesquisa DBS. O primeiro paciente é um viciado em metanfetamina conhecido apenas como Yan.

Ele usa drogas desde 2001, quando seu filho nasceu e ele perdeu cerca de 150 mil dólares em jogos de azar. Depois disso, ele se divorciou e com as visitas do filho sendo cada vez menores, ele se submeteu ao teste do DBS. “Minha força de vontade é fraca”, disse Yan.

Ele foi então para a operação na qual o médico Li Dianyou perfuraria seu crânio e colocaria dois eletrodos pequenos em uma área perto do seu cérebro. Tal área é a que está vinculada com o vício. Depois de algumas horas, Yan também passou por uma cirurgia onde foi colocada uma bateria no peito.

Procedimento

O procedimento parece tirado de um filme de ficção, mas os riscos são reais. O paciente pode morrer com uma hemorragia cerebral, convulsões, infecção ou deixar a mesa de cirurgia com uma personalidade nova.

Mas no caso de Yan, ele disse se sentir entusiasmado. Além disso, o médico deu ao cérebro de Yan um teste remoto e emoções novas na cabeça. O médico era capaz de fazer o paciente se sentir alegre ou agitado apenas com um toque.

“Esta máquina é muito mágica. Ele se ajusta para te fazer feliz, para deixar você nervoso”, disse Yan. E segundo o homem, ele está sem usar drogas há meses.

Outros lugares do mundo não foram tão abertos ao procedimento como a China. Na Europa, a dificuldade foi encontrar pacientes. Nos EUA, preocupações éticas e científicas dificultaram essa aceitação. Mas a aversão dos americanos ao procedimento diminuiu nos últimos anos.

Enquanto isso, na China, o DBS, como a nova abordagem que pode acabar com a dependência de droga, está aumentando com força total. Também porque as leis antidrogas no país forçavam várias pessoas a fazerem tratamentos obrigatórios que incluíam a “reabilitação”com trabalho físico. E ela podia durar anos.

via: fatosdesconhecidos

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