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Tecnologia

Empresas lançam manifesto para promover inclusão digital no Brasil

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Para os responsáveis pelo projeto, essa inclusão digital deve acontecer baseado em quatro pilares: governo, infraestrutura, educação e empreendedorismo
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Para os responsáveis pelo projeto, essa inclusão digital deve acontecer baseado em quatro pilares: governo, infraestrutura, educação e empreendedorismo

O Movimento Brasil Digital lançou nesta quinta-feira (2), em São Paulo, o Manifesto Nação Digital. Liderado pela IT Mídia e a Fundação Dom Cabral, a iniciativa tem o objetivo de apresentar propostas para o crescimento tecnológico do Brasil aos candidatos à Presidência.

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A ideia do manifesto em favor da inclusão digital
é preparar a sociedade para as profissões do futuro de forma humanizada, com a geração de empregos qualificados, garantindo o desenvolvimento econômico do Brasil.

Para os responsáveis pelo projeto, esse crescimento tecnológico deve acontecer baseado em quatro pilares: o governo, por meio de políticas públicas voltadas para o tema; a infraestrutura, passando pela atualização da política de telecomunicações do país; a educação, com a preparação da população para o futuro digital; e o empreendedorismo
, com a garantia de um bom ambiente de negócios e o incentivo à inovação.

Oracle, Gol, Embratel, IBM, Microsoft e Petrobras são algumas das empresas que já aderiram ao manifesto. Ao todo, 26 organizações demonstraram apoio à iniciativa até o momento.

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Segundo Silvio Genesini, coordenador do grupo de trabalho do projeto, a ideia não é dizer aos presidenciáveis o que é preciso fazer, mas sim influenciá-los, ajudando-os a definir uma agenda para o setor. “Queremos identificar as melhores práticas e promover a troca de experiências entre empresas, terceiro setor, academia e governo”, disse.

O caminho para a inclusão digital


A inclusão digital impõe desafios em áreas como educação, trabalho, sustentabilidade e políticas sociais.
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A inclusão digital impõe desafios em áreas como educação, trabalho, sustentabilidade e políticas sociais. “O Brasil precisa estar pronto para vivenciar e se destacar nesse âmbito”, diz presidente da IT Mídia

De acordo com Adelson Sousa, presidente da IT Mídia, a digitalização está fortemente inserida em políticas públicas das principais economias do mundo, garantindo produtividade às empresas, competitividade internacional aos países e serviços de qualidade aos cidadãos.

“Ao mesmo tempo, [a inclusão digital] impõe desafios em áreas como educação, trabalho, sustentabilidade e políticas sociais. O Brasil precisa estar pronto para vivenciar e se destacar nesse âmbito”, afirmou.

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Segundo Sousa, o manifesto em favor da inclusão social
começará a ser levado aos presidenciáveis assim que as convenções de homologação das candidaturas terminarem. “Passaremos os próximos 30 dias conversando com esses candidatos”, completou.

*Com informações da Agência Brasil

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Curiosidades

CHINA APOSTA NO CONTROLE CEREBRAL PARA VICIADOS EM DROGAS, ENTENDA

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A China tem surpreendido por seu desenvolvimento tecnológico e científico. A superpotência emergente tem alcançado parâmetros tão positivos, que tem se destacado mais que superpotências mundias, como os EUA. O que antes parecia ser impossível, tem se tornado real em vários setores diferentes.

O investimento em tecnologia é talvez um dos pontos mais fortes da China. Os avanços ocorrem de maneira veloz, deixando para trás grande parte do mundo. Coisas que antes pensamos que era exclusivo de filmes de ficção científica, estão se tornando realidade.

Os cientistas chineses começaram o primeiro teste clínico do mundo de estimulação cerebral profunda (DSB) para as pessoas viciadas em drogas. O procedimento é invasivo e tem a perfuração dos orifícios no crânio do paciente para que os eletrodos sejam colocados em seu cérebro. Esses eletrodos podem ser estimulados através de um dispositivo portátil.

Segundo a ABC News, essa mesma tecnologia já foi usada para distúrbios como a doença da Parkinson. E essa é a primeira vez que o DSB vai ser usado com a esperança de acabar com o vício.

Estudo

O primeiro ensaio focou no vício em metanfetamina e está sendo feito no hospital Ruijim, em Xangai. Segundo os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, existem oito ensaios clínicos DBS registrados para a dependência de drogas.

Seis desses oito estão na China. Mesmo que o país tenha um passado não muito bom com as cirurgias cerebrais, atualmente, a China se tornou o centro mundial de pesquisa DBS. O primeiro paciente é um viciado em metanfetamina conhecido apenas como Yan.

Ele usa drogas desde 2001, quando seu filho nasceu e ele perdeu cerca de 150 mil dólares em jogos de azar. Depois disso, ele se divorciou e com as visitas do filho sendo cada vez menores, ele se submeteu ao teste do DBS. “Minha força de vontade é fraca”, disse Yan.

Ele foi então para a operação na qual o médico Li Dianyou perfuraria seu crânio e colocaria dois eletrodos pequenos em uma área perto do seu cérebro. Tal área é a que está vinculada com o vício. Depois de algumas horas, Yan também passou por uma cirurgia onde foi colocada uma bateria no peito.

Procedimento

O procedimento parece tirado de um filme de ficção, mas os riscos são reais. O paciente pode morrer com uma hemorragia cerebral, convulsões, infecção ou deixar a mesa de cirurgia com uma personalidade nova.

Mas no caso de Yan, ele disse se sentir entusiasmado. Além disso, o médico deu ao cérebro de Yan um teste remoto e emoções novas na cabeça. O médico era capaz de fazer o paciente se sentir alegre ou agitado apenas com um toque.

“Esta máquina é muito mágica. Ele se ajusta para te fazer feliz, para deixar você nervoso”, disse Yan. E segundo o homem, ele está sem usar drogas há meses.

Outros lugares do mundo não foram tão abertos ao procedimento como a China. Na Europa, a dificuldade foi encontrar pacientes. Nos EUA, preocupações éticas e científicas dificultaram essa aceitação. Mas a aversão dos americanos ao procedimento diminuiu nos últimos anos.

Enquanto isso, na China, o DBS, como a nova abordagem que pode acabar com a dependência de droga, está aumentando com força total. Também porque as leis antidrogas no país forçavam várias pessoas a fazerem tratamentos obrigatórios que incluíam a “reabilitação”com trabalho físico. E ela podia durar anos.

via: fatosdesconhecidos

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