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CONHEÇA O DISPOSITIVO CRIADO POR UM ESTUDANTE QUE VAI PROTEGER SEU TELEFONE DE QUEDAS

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O maior medo das pessoas que possuem um smartphone é deixar cair e o aparelho acabar danificado. Isso aumenta mais ainda quando desembolsamos uma boa grana para pagar por ele. Quando o nosso telefone móvel cai, é quase como se tivéssemos um pequeno infarto, não é mesmo? Infelizmente, nós ainda não estamos seguros contra os problemas como rachaduras na tela ou arranhados após uma queda brusca. No entanto, Phillip Frenzel, um estudante, pensou um pouco sobre esse problema quando o seu celular caiu do bolso de sua jaqueta. Sendo assim, muito frustrado, Franzel resolveu criar um dispositivo que protege os celulares quando caírem.

Segundo ele mesmo, uma ideia brilhante surgiu a partir de um acontecimento banal: o seu celular acidentalmente quebrou a tela. Era um iPhone da nova geração, o que lhe custou muito dinheiro. Mesmo substituindo a tela do celular, o seu gadget caro não foi recuperado totalmente. O seu celular teve que ser jogado fora. Chateado, ele resolveu o seu problema e o de outras pessoas com as próprias mãos. Philip atualmente estuda na Universidade de Aalen e sua especialidade é mecatrônica. Ele decidiu então matar dois coelhos com uma cajadada só: criou meios para proteger smartphones e obter um diploma de bacharel.

As primeiras ideias acabaram sendo inadequadas: o dispositivo que faria a proteção do aparelho era muito pesado ou danificava o aparelho em si. Segundo Philip, no começo, ele tentou criar algo como um airbag para os celulares ou até mesmo uma espuma que seria descartada se caísse. No entanto, todas as ideias eram insustentáveis. Posteriormente, surgiu a ideia de uma “aranha” (dispositivo que reconheceria o momento de queda livre do telefone e, com a ajuda de molas, seria capaz de jogar as “pernas” para fora em quatro lados, protegendo a tela do telefone do impacto).

O inventor a tal “aranha” já fundou uma startup com seu amigo, Peter Mayer, que tem um histórico econômico. Os dois jovens criaram um site onde eles fazem a apresentação do produto, que recebeu o nome de ADcase. A ideia pode ser um tanto estranha, mas funciona melhor do que imaginamos. Veja só essa incrível invenção e como ela funcionaria na prática:

Em prática

[Gif do Facebook]

Após a apresentação do seu projeto, Philip conseguiu alcançar seu objetivo. Ele não só defendeu com sucesso o seu diploma, mas também patenteou o seu dispositivo, e também ganhou um importante prêmio de prestígio no campo da mecatrônica. Ele posou com sua invenção ao lado do seu orientador, professor Dr. Arifom Qazi e os membros do júri de sua banca. O seu resultado é considerado uma grande inovação tecnológica.

E aí, o que você achou desse grande invento de Phillip? Compraria ainda hoje para proteger o seu celular? Comenta pra gente aí embaixo e compartilhe com seus amigos. Lembrando sempre que a sua interação é extremamente importante para o nosso crescimento. Aproveite para fazer uma viagem por nosso site, pois aqui você poderá encontrar diversas matérias sobre tecnologia e diversos outros assuntos, além dos testes de todos os tipos.

 

via: fatosdesconhecidos

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Tecnologia

UM NOVO MATERIAL PODERIA FAZER DOWNLOAD DO SEU CÉREBRO, ENTENDA

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Um novo material quântico foi desenvolvido pelos cientistas da Universidade de Purdue e do Laboratório Nacional Argonne, ambos nos Estados Unidos. Este material poderá, no futuro, transferir informações entre o cérebro humano e um computador, sem a necessidade de outros aparelhos ou conectores.

O projeto desenvolvido por eles ainda se encontra nos estágio iniciais e nos remete a uma ideia de um possível upload de informações a partir de nosso cérebro. Essas informações poderiam ser armazenadas em uma nuvem. Outra possibilidade é a de que o próprio cérebro poderia nos dar informações sobre doenças, entre outras métricas de saúde do corpo. Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.

O novo material

Os pesquisadores têm como objetivo criar um material que “pense” como o cérebro. Além de também ser mais sensível a sinais precoces de doenças, como o mal de Parkinson. Apesar de parecer coisa de filme, os cientistas conseguiram desenvolver um material que pode ao menos “escutar”.

É através das correntes iônicas, que ajudam o cérebro a realizarem uma reação em particular, que nosso organismo realiza algo tão básico como respirar. Fazer a detecção de íons significa também detectar a concentração de uma molécula, o que nos fornece um indicador de saúde do cérebro.

“A meta é preencher a lacuna entre como a eletrônica pensa, que é via elétrons, e como o cérebro pensa, que é via íons. Este novo material nos ajudou a encontrar uma ponte em potencial”, explicou Hai-Tian Zhang, pós-doutorando e principal autor do estudo.

O novo material foi testado em duas moléculas: glicose, açúcar essencial para produção de energia, e na dopamina, responsável pela regulagem do movimento, respostas emocionais e memória. A quantidade de dopamina no cérebro costuma ser baixa. Pacientes com o mal de Parkinson costumam ter percentuais ainda menores. A detecção desse mediador químico é algo notoriamente difícil. Assim, a detecção precoce dos níveis de dopamina significaria um tratamento precoce da doença.

Download

“Este material quântico é cerca de nove vezes mais sensível à dopamina do que os métodos que usamos atualmente em modelos animais”, disse Alexander Chubykin, pesquisador envolvido no estudo. Os pesquisadores ainda afirmaram que o novo material poderia “sentir” átomos de diversas outras moléculas. Agora, eles desejam criar uma maneira para que esse material “responda” ao cérebro.

No futuro, os cientistas acreditam que isso nos daria a capacidade de fazer uma espécie de “download” das informações no cérebro.

“Imagine colocar um dispositivo eletrônico no cérebro para que, quando as funções cerebrais naturais começarem a se deteriorar, uma pessoa ainda possa recuperar memórias desse dispositivo”, disse Shriram Ramanathan, professor de engenharia de materiais em Purdue. Ramanathan possui um laboratório especializado no desenvolvimento de tecnologias inspiradas no principal órgão do corpo humano, o cérebro.

“Podemos dizer com confiança que este material é um caminho potencial para construir um dispositivo de computação que armazene e transfira memórias”, concluiu o professor.

 

via: fatosdesconhecidos

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