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Assinatura do Spotify já pode ser paga no cartão de débito pelos brasileiros

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Novo modelo de pagamento de assinatura do Spotify deve ampliar número de usuários brasileiros
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Novo modelo de pagamento de assinatura do Spotify deve ampliar número de usuários brasileiros

O Spotify lançou um novo método de pagamento para os usuários brasileiros nessa quinta-feira (2). Agora, será possível pagar a assinatura do Spotify Premium
no cartão de débito. Até o anúncio da novidade, a mensalidade do app podia ser paga somente por meio do cartão de crédito ou de boleto bancário.

Leia também: YouTube vai lançar serviço de streaming para concorrer com Spotify e Apple Music

Entretanto, ainda não são todos os bancos e as bandeiras de cartão que estão mediando a operação, desse modo, somente pessoas com cartão Bradesco (com bandeira Visa), Santander (com bandeira Mastercard), Inter e Original poderão optar, por enquanto, pelo novo meio de pagamento de assinatura do Spotify
.

Vale destacar que a Worldline, empresa especializada em soluções de pagamento, e o EBANX, que oferece diferentes soluções de pagamento e o próprio Spotify, já estão trabalhando para expandir a integração para outras instituições financeiras.

“A opção de cartão de débito permitirá que o Spotify alcance novos usuários no País. Por exemplo, pessoas que não têm cartão de crédito ou que não querem comprometer o limite do cartão de crédito
”, disseram as parceiras da plataforma de streaming
.

Como pagar a assinatura do Spotify Premium no débito?


Assinatura do Spotify será cobrada por meio de débito automático
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Assinatura do Spotify será cobrada por meio de débito automático

O usuário que quiser pagar o  Spotify no cartão de débito
deverá preencher uma série de dados sobre o cartão. Atenção! Durante o processo, a plataforma não pede números de autenticação ou senha.

Sendo assim, no momento em que a operação for aprovada, a cobrança será feita na conta bancária do cliente por meio do débito automático.

Versão gratuita mais próxima do Spotify Premium


Novo modo de pagamento de assinatura do Spotify deve chegar para outros bancos e bandeiras de cartão
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Novo modo de pagamento de assinatura do Spotify deve chegar para outros bancos e bandeiras de cartão

Outra estratégia
 da empresa sueca para conquistar o público foi anunciada em abril deste ano. Na ocasião, o Spotify declarou que a versão gratuita do serviço seria mais parecida com a paga. A ideia, na linguagem popular, nada mais é do que “dar um gostinho” aos seus 86 milhões de usuários não pagantes.

Isso porque, segundo os dados divulgados pelo chefe de pesquisa e desenvolvimento da empresa, Gustav Soderstrom, mais de 60% das pessoas que fizeram a assinatura do Spotify
foram, inicialmente, usuários da versão gratuita.

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Curiosidades

CHINA APOSTA NO CONTROLE CEREBRAL PARA VICIADOS EM DROGAS, ENTENDA

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A China tem surpreendido por seu desenvolvimento tecnológico e científico. A superpotência emergente tem alcançado parâmetros tão positivos, que tem se destacado mais que superpotências mundias, como os EUA. O que antes parecia ser impossível, tem se tornado real em vários setores diferentes.

O investimento em tecnologia é talvez um dos pontos mais fortes da China. Os avanços ocorrem de maneira veloz, deixando para trás grande parte do mundo. Coisas que antes pensamos que era exclusivo de filmes de ficção científica, estão se tornando realidade.

Os cientistas chineses começaram o primeiro teste clínico do mundo de estimulação cerebral profunda (DSB) para as pessoas viciadas em drogas. O procedimento é invasivo e tem a perfuração dos orifícios no crânio do paciente para que os eletrodos sejam colocados em seu cérebro. Esses eletrodos podem ser estimulados através de um dispositivo portátil.

Segundo a ABC News, essa mesma tecnologia já foi usada para distúrbios como a doença da Parkinson. E essa é a primeira vez que o DSB vai ser usado com a esperança de acabar com o vício.

Estudo

O primeiro ensaio focou no vício em metanfetamina e está sendo feito no hospital Ruijim, em Xangai. Segundo os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, existem oito ensaios clínicos DBS registrados para a dependência de drogas.

Seis desses oito estão na China. Mesmo que o país tenha um passado não muito bom com as cirurgias cerebrais, atualmente, a China se tornou o centro mundial de pesquisa DBS. O primeiro paciente é um viciado em metanfetamina conhecido apenas como Yan.

Ele usa drogas desde 2001, quando seu filho nasceu e ele perdeu cerca de 150 mil dólares em jogos de azar. Depois disso, ele se divorciou e com as visitas do filho sendo cada vez menores, ele se submeteu ao teste do DBS. “Minha força de vontade é fraca”, disse Yan.

Ele foi então para a operação na qual o médico Li Dianyou perfuraria seu crânio e colocaria dois eletrodos pequenos em uma área perto do seu cérebro. Tal área é a que está vinculada com o vício. Depois de algumas horas, Yan também passou por uma cirurgia onde foi colocada uma bateria no peito.

Procedimento

O procedimento parece tirado de um filme de ficção, mas os riscos são reais. O paciente pode morrer com uma hemorragia cerebral, convulsões, infecção ou deixar a mesa de cirurgia com uma personalidade nova.

Mas no caso de Yan, ele disse se sentir entusiasmado. Além disso, o médico deu ao cérebro de Yan um teste remoto e emoções novas na cabeça. O médico era capaz de fazer o paciente se sentir alegre ou agitado apenas com um toque.

“Esta máquina é muito mágica. Ele se ajusta para te fazer feliz, para deixar você nervoso”, disse Yan. E segundo o homem, ele está sem usar drogas há meses.

Outros lugares do mundo não foram tão abertos ao procedimento como a China. Na Europa, a dificuldade foi encontrar pacientes. Nos EUA, preocupações éticas e científicas dificultaram essa aceitação. Mas a aversão dos americanos ao procedimento diminuiu nos últimos anos.

Enquanto isso, na China, o DBS, como a nova abordagem que pode acabar com a dependência de droga, está aumentando com força total. Também porque as leis antidrogas no país forçavam várias pessoas a fazerem tratamentos obrigatórios que incluíam a “reabilitação”com trabalho físico. E ela podia durar anos.

via: fatosdesconhecidos

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