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A TRISTE ÚLTIMA FOTO DE NIKOLA TESLA

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Na história da nossa humanidade, vários inventores existiram. Se não fossem eles, não teríamos coisas que hoje consideramos simples. É o caso da luz, telefone, chuveiro elétrico e várias outras coisas. Além do que, inventores quase sempre não são valorizados no seu tempo, ou são desacreditados por outros.

É impossível passar pelo nome de Nikola Tesla e não acender uma pequena chama de memória em sua mente. Seja na escola, na internet ou em algum papo cabeça. Você, com certeza, já discutiu sobre esse homem, nem que tenha sido de forma indireta. Isso porque, apesar de ficar na sombra de Thomas Edison na maior parte do tempo, o inventor e físico sérvio foi de grande importância no estudo da energia. Ele foi o nome por trás do motor, da lâmpada de neon e da bobina. Apesar de uma carreira de sucesso, ele era um homem, no mínimo, excêntrico.

Tesla exibiu muitos comportamentos antissociais ao longo da história. Por isso, não é surpreendente que ele não tenha nenhum registro de relacionamento ao longo de sua vida. Ele foi um homem solitário. Sabe aquele arquétipo de cientista louco, que a cultura pop ama de verdade? Nikola Tesla é literalmente um exemplo característico.

Mesmo depois de mais de 150 anos da sua morte, Tesla atrai atenção que não teve quando estava vivo. Justamente por ser bastante excêntrico e ter teorias visionárias, ele se manteve afastado do mundo científico. Mas as suas contribuições foram importantíssimas para a compreensão da robótica, do radar, do controle remoto, da física nuclear, da balística e da computação.

Vida

O inventor nasceu no dia 10 de julho de 1856, na Sérvia, e se naturalizou americano. Nos Estados Unidos, a sua carreira deslanchou, mas as suas ideias não agradavam muito os cientistas mais influentes do lugar. E por conta disso, mesmo que suas descobertas tenham sido geniais, ele passou seus últimos anos quase na pobreza total e no anonimato.

A última foto mostra o homem magro e cansado. Mas mesmo com uma figura decaída, é possível ver a intensidade indagadora no olhar. Segundo o livro Tesla – Master of Lightning, a foto foi provavelmente o último registro fotográfico antes do estudioso morrer.

Os últimos anos de Tesla foram vividos em hotéis baratos de Nova York. Inclusive, o seu corpo foi encontrado por uma camareira que ignorou a placa de não perturbe na porta, que estava pendura há dois dias. Segundo os médicos, Tesla morreu por causa de uma trombose coronária.

Morte

Por causa das convicções que tinha, o cientista levava uma dieta estritamente vegetariana que era feita principalmente de pão, mel e sucos de frutas. E ele passava as suas tardes alimentando os pombos nos parques da cidades.

Ele morreu no dia 7 de janeiro de 1943, com 86 anos. No momento de sua morte, uma pequena multidão foi ao funeral que foi celebrado na Cathedral of Saint John, the Divine. Depois de anos, o reconhecimento que ele não teve em vida, foi finalmente dado.

Atualmente, a figura de Nikola Tesla é um símbolo da inovação científica e vários pesquisadores continuam os trabalhos feitos por ele em várias universidades.

via: fatosdesconhecidos

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Curiosidades

O PROJETO AMBICIOSO DA NASA DE CONSTRUIR ESSA ”CAÇADORA DE PLANETAS”

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A NASA (Agência Espacial dos Estados Unidos) foi fundada no ano de 1958. Cerca de três anos depois, em 1961, foi criado o centro espacial norte americano Johnson Space Center. A NASA funciona como núcleo de pesquisa, realização e comando de voos tripulados. Ela também abriga o MCC (Centro de Controle das Missões), cuja função principal é gerenciar todas as atividades que acontecem na Estação Espacial Internacional e todas as missões espaciais que são demandadas.

A NASA agora tem o objetivo de fazer missões de caça exoplanetas starshade. Essas missões podem parecer tecnologicamente assustadoras, mas elas não estão fora do alcance da NASA, de acordo com pesquisas recentes.

Para que essa missão fosse realizada seria usado um telescópio espacial e uma nave separada. Ela voaria cerca de 40 mil quilômetros de distância na frente. A sonda, que viria atrás, seria equipada com uma grande sombra plana e de pétalas projetadas para bloquear a luz das estrelas. Isso permitiria que o telescópio orbite diretamente  POR mundos alienígenas que sejam pequenos como a Terra, e que de outra maneira seriam perdidos no brilho.

Os instrumentos, chamados coronógrafos, foram instalados em vários telescópios terrestres e espaciais. Eles funcionam com o mesmo bloqueio de luz. E os coronógrafos são incorporados no próprio telescópio.

Missões

Até agora não existem registros de missões starshade nos livros da NASA. Segundo oficiais da NASA, para que a missão funcione, as duas espaçonaves têm que estar alinhadas, perfeitamente precisas. Além de estarem com uma distância de cerca de um metro uma da outras.

“As distâncias que estamos falando para a tecnologia starshade são difíceis de imaginar”, disse Michael Bottom, engenheiro do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), em Pasadena.

“Se a starshade fosse reduzida para o tamanho de uma montanha-russa, o telescópio teria o tamanho de uma borracha para lápis, e eles seriam separados por cerca de 100 quilômetros. Agora imagine que esses dois objetos estão flutuando livremente no espaço. Eles estão experimentando esses pequenos puxões e empurrões da gravidade e de outras forças. E ao longo dessa distância estamos tentando manter ambos precisamente alinhados dentro de cerca de 2 milímetros”, continuou.

Em teoria, algumas falhas seriam possíveis de ser detectadas se tivesse uma câmera dentro do telescópio espacial. Isso porque pequenas quantidades de luz estelar vazam sempre ao redor da estrela. E isso forma um padrão claro e escuro. Essa câmera detectaria esses desalinhamentos quando visse que o padrão estava fora do centro.

Técnicas

Para testar essa técnica e se ela realmente funcionaria, Bottom criou um programa de computador. Os resultados do experimento foram bastante encorajadores.

“Podemos sentir uma mudança na posição da starshade até uma polegada, mesmo sobre essas enormes distâncias”, comentou.

Paralelamente, Thibault Flinois, engenheiro da JPL, e seus colegas fizeram um conjunto de algoritmos que usam as informações do programa de Bottom. Isso para que conseguissem determinar quando a starshade tem que disparar de maneira autônoma os seus propulsores para manter o alinhamento.

Os trabalhos em conjunto dizem que as missões starshade são tecnologicamente possíveis. De fato, deve ser possível manter uma starshade grande e um telescópio espacial alinhados a uma distância de até 74 mil quilômetros.

“Isso para mim é um bom exemplo de como a tecnologia espacial se torna cada vez mais extraordinária, baseando-se em seus sucessos anteriores”, disse Phil Willems, gerente da atividade Starshade Technology Development da NASA.

“Usamos formação voando no espaço toda vez que uma cápsula atraca na Estação Espacial Internacional. Mas Michael e Thibault foram muito além disso e mostraram uma maneira de manter a formação em escalas maiores que a própria Terra”, concluiu Willems.

via: fatosdesconhecidos

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