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A HISTÓRIA DO EXPLORADOR QUE DESAPARECEU APÓS PROCURAR UMA TRIBO ISOLADA EM NOVA GUINÉ

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Após fazer uma viagem para se encontrar com uma tribo isolada no centro de Papua Nova Guiné, um apresentador de TV britânico desapareceu. Essa história tem chocado o mundo inteiro e diversos portais noticiaram o fato na época. Bento Allen é um britânico, famoso explorador e apresentador de TV. Ele foi considerado desaparecido por sua irmã após ela não conseguir mais contatá-lo como havia planejado. Tudo aconteceu depois que ele foi a uma reunião com a tribo Yiafo uncontacted, de Papua Nova Guiné, segundo a BBC.  Allen conheceu os Yiafo há 30 anos, quando morava em outra tribo na ilha e retornou para a Papua Nova Guiné algumas semanas depois, a fim de estabelecer comunicação com eles.

Um piloto de helicóptero foi o responsável por deixar Allen no local remoto de Bisoria quando chegou à ilha. Ele procurou por Allen após dado como sumido. O piloto se juntou a vários departamentos de polícia na região em que foi visto pela última vez. Katie Pestille, irmã mais velha de Allen disse que era “fora do comum” que o aventureiro perdesse um voo programado do país para Hong Kong. Em seu último post antes de desaparecer, publicado no dia 14 de setembro de 2017, ele disse: “Os Yaifo são uma das últimas pessoas em todo o planeta que estão fora do contato com nosso mundo interconectado”.

“Da última vez, o Yaifo me cumprimentou com uma demonstração de força aterrorizante, uma dança enérgica apresentando seus arcos e flechas”, disse ela. “Nesta ocasião quem sabe se o Yaifo fará o mesmo. Tampouco tenho um meio óbvio de retornar ao mundo exterior, o que é um tanto preocupante, especialmente na minha idade avançada”. Em seu último tweet, Allen publicou uma foto borrada de si mesmo com a legenda: “marchando para Heathrow. Eu posso ter algum tempo (não tente me resgatar, por favor, onde eu estou indo em PNG você nunca vai me encontrar, você sabe…)”.

A agente de Allen, Joanna Sarsby, disse: “Ele estava tentando alcançar o povo Yaifo, uma tribo remota e reclusa, possivelmente headhunters, um bando assustador. Deus sabe o que aconteceu”, relatou. “Ele pode ter ficado doente ou está ferido em algum lugar, talvez com uma perna quebrada, e talvez tenha sido ajudado por moradores locais”, continuou. Allen não havia levado um telefone ou GPS para a selva com ele. O homem de 57 anos iniciou sua carreira de explorador na faculdade, ao participar de expedições científicas para um vulcão na Costa Rica e uma floresta remota em Brunei, após isso, liderou uma expedição a uma geleira na Islândia.

Ele é a única pessoa conhecida que foi capaz de cruzar a bacia amazônica em sua maior largura, sendo então a única pessoa a ter atravessado o deserto de Gobi apenas com camelos. Allen foi responsável por transformar suas experiências em livros populares e com isso, apresentou diversos programas de TV. Há mais de 30 anos, quando tinha ainda 24, ele se juntou e viveu na tribo isolada Nowra, em Papua Nova Guiné. Conforme o tempo passou, Allen suportou a brutal iniciação masculina dos povos do local, onde os homens jovens têm as peles marcadas repetidamente com cortes, utilizando varas de bambu. Eles eram espancados todos os dias durante seis meses.

Durante esse tempo com os povos Niowra, Allen encontrou de forma rápida os Obini e Yaifo isolados. Ele retornou depois para fazer um contato mais contínuo com a tribo. No entanto, agora, é incerto dizer se esse encontro foi positivo ou negativo. Sua irmã explicou: “Para todos os outros, é muito emocionante, todas as expedições e todas as coisas que ele faz, mas para sua irmã e sua esposa, é mais preocupação”.

 

via: fatosdesconhecidos

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VOYNICH: DESVENDARAM O MISTÉRIO DO LIVRO QUE NINGUÉM CONSEGUIA LER

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O Manuscrito de Voynich é um misterioso livro ilustrado, escrito em um alfabeto desconhecido e incompreensível. Acredita-se que o livro tenha sido escrito há pelo menos 600 anos atrás, por um autor desconhecido. Além da linguagem ininteligível, as ilustrações também são bastante curiosas. No livro, é possível ver diversas mulheres nuas em poças de líquidos verdes e plantas de aparência desconhecida.

Durante anos, muitos estudiosos, criptógrafos e linguistas tentaram traduzir a linguagem desconhecida do lendário manuscrito, mas sem sucesso. Mas agora alguém parece ter conseguido decifrar o “texto mais misterioso do mundo”.

O doutor Gerard Cheshire, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, afirma que o manuscrito de Voynich está escrito em uma língua morta chamada proto-românica. E que depois de estudar a fundo as letras e os símbolos, ele finalmente conseguiu decifrar o significado do emblemático texto.

A descoberta linguística

Por mais de um século, os estudiosos tentaram traduzir o significado do famoso manuscrito de Voynich. Mas o pesquisador, Dr. Gerard Cheshire levou apenas duas semanas para identificar o sistema de linguagem e escrita do documento.

Cheshire descreve como decifrou com sucesso o código manuscrito em seu artigo, The Language and Writing System, do MS408 (Voynich) Explained, que foi publicado na revista Romance Studies. Segundo ele, o texto revela o único exemplar conhecido da língua proto-românica.

“Eu experimentei uma série de momentos ‘eureka’ enquanto decifrei o código, seguido por um sentimento de descrença e excitação quando percebi a magnitude da conquista, tanto em termos de sua importância linguística e as revelações sobre a origem e conteúdo do manuscrito”, disse ele à SciNews.

O doutor ainda conta que descobriu que o manuscrito foi elaborado por freiras da Ordem Dominicana. E que ele serviu como referência para Maria de Trastâmara. “O que revela é ainda mais surpreendente do que os mitos e fantasias que gerou. Por exemplo, o manuscrito foi compilado por freiras dominicanas como fonte de referência para Maria de Castela, Rainha de Aragão, que por acaso foi tia-avó de Catarina de Aragão”.

“Também não é exagero dizer que este trabalho representa um dos desenvolvimentos mais importantes até hoje na linguística românica. O manuscrito está escrito em proto-romance, idioma ancestral das línguas românicas de hoje, incluindo português, espanhol, francês, italiano, romeno, catalão e galego. A língua usada foi onipresente no Mediterrâneo durante o período medieval, mas raramente foi escrito em documentos oficiais ou importantes, porque o latim era a língua da realeza, igreja e governo. Por resultado, o proto-romance foi perdido do registro, até agora”, afirma Cheshire.

A linguagem do manuscrito

Cheshire explica ainda o que torna o manuscrito de Voynich tão incomum, falando em termos linguísticos.

“Ele usa uma linguagem extinta. Seu alfabeto é uma combinação de símbolos desconhecidos e mais familiares. Ele não inclui sinais de pontuação dedicados, embora algumas letras possuam variantes de símbolo para indicar pontuação ou acentos fonéticos. Todas as letras estão em letras minúsculas e há não há consoantes duplas. Inclui ditongo, tritongos, quadrítas e até mesmo quintípedes para a abreviação de componentes fonéticos. Também inclui algumas palavras e abreviações em latim”.

O próximo passo agora que o manuscrito foi decifrado é traduzir o manuscrito por completo, algo que levará algum tempo, já que o livro tem mais de 200 páginas.

“Agora o idioma e o sistema de escrita foram explicados, as páginas do manuscrito foram abertas para os estudiosos explorarem e revelarem, pela primeira vez, seu verdadeiro conteúdo linguístico e informativo”, disse ele.

Cheshire adianta que o documento reúne vários textos sobre remédios à base de plantas, banhos terapêuticos, leitura astrológica, além de dicas sexuais. Mas ainda é preciso um trabalho mais aprofundado para descobrir outros segredos guardados no livro.

via: fatosdesconhecidos

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