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7 SIGNIFICADOS DE ALGUNS SÍMBOLOS EGÍPCIOS FAMOSOS

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A cultura egípcia é rica em símbolos que ultrapassaram os séculos e são utilizados até os dias de hoje. Grande parte da cultura e arte egípcia foram fortemente moldadas de acordo com as tradições religiosas. Dessa forma, os seus símbolos eram usados como amuletos de proteção, a maioria deles relacionados aos deuses, à espiritualidade, à vida, aos sentimentos, à natureza e à política.

Como em muitas outras culturas antigas, para os egípcios, os deuses tinham grande importância, tanto que hoje em dia eles são amplamente estudados para se ter uma melhor compreensão sobre o seu estilo de vida e conhecimento avançado. A maioria dos cultos egípcios incluíam símbolos que hoje são bastante conhecidos, porém nem todo mundo sabe o seu real significado. Confira alguns deles.

1 – Olho de Hórus

Todo mundo já se deparou com a imagem do olho de Hórus ao menos uma vez na vida. Ele é um dos símbolos egípcios antigos mais importantes, que representa poder, força e proteção espiritual. Também chamada de o “olho que tudo vê”, o olho de Hórus se refere ao deus de mesmo nome, filho de Osíris, que acabou perdendo o olho durante uma batalha. Hoje é muito comum encontrar o símbolo em acessórios, como pulseiras e colares, e também em tatuagens.

2 – Sema-taui

O Sema-tauy ou Sema-taui representou a união entre o Alto e o Baixo Egito nos tempos antigos. É composto pelas duas plantas heráldicas da região do Egito, o papiro e a flor de lótus, que eram atadas com o hieróglifo, que simbolizava “união”. O ato de juntar as duas flores era representado por dois deuses. Recentemente, a imagem foi encontrada nas paredes de diferentes templos.

3 – Besouro

O besouro hoje pode gerar medo e desconforto em algumas pessoas, mas na cultura egípcia, o símbolo do besouro ou escaravelho é sagrado e representa boa sorte. Ele simboliza o deus egípcio do Sol, Kepri, aparecendo em alguns mitos de criação, representando a imortalidade. Segundo a mitologia egípcia, Kepri nasceu todos os dias, e teve a “sorte” de aproveitar cada dia como se fosse o primeiro. Acreditava-se ainda que ele protegia com dos maus espíritos, e era constantemente utilizado nos funerais, com a finalidade de proteger a alma e o coração dos mortos.

4 – Serpente

Assim como o besouro, a serpente também foi um animal venerado pelos egípcios. As cobras eram adoradas, e simbolizavam proteção, saúde e sabedoria, sendo considerado um talismã muito poderoso. Por isso, era muito comum observar cobras nas cabeças dos faraós egípcios.

5 – Ankh

Chamada de Chave ou Cruz da vida, para os egípcios, a representação dessa cruz oval (ankh) simbolizava a eternidade. E é um dos símbolos egípcios antigos mais conhecidos, que inclusive foi usada pelos deuses para se referir à vida ou à imortalidade e estava associada à Ísis, deusa da fertilidade e maternidade e também por Osíris, deus da vegetação e da vida no além, sendo a união dos geradores do mundo. Esse símbolo foi um amuleto muito usado pelos faraós com próposito de trazer proteção, saúde e felicidade.

6 – Pena

Para os egípcios, a pena simbolizava a justiça e o poder. Ela representava o peso mais leve, porém, necessário para manter o equilíbrio da balança. Também foi associada à sorte e proteção.

7 – Pilar tingido

Também chamado apenas de tingido, este pilar tem forte ligação com a ideia de estabilidade. Normalmente, a sua representação vem acompanhada por outros símbolos, como o ankh. No entanto, o significado das suas cores ainda é desconhecido, sabe-se apenas que a imagem original foi feita com ramificações.

 

via: fatosdesconhecidos

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VOYNICH: DESVENDARAM O MISTÉRIO DO LIVRO QUE NINGUÉM CONSEGUIA LER

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O Manuscrito de Voynich é um misterioso livro ilustrado, escrito em um alfabeto desconhecido e incompreensível. Acredita-se que o livro tenha sido escrito há pelo menos 600 anos atrás, por um autor desconhecido. Além da linguagem ininteligível, as ilustrações também são bastante curiosas. No livro, é possível ver diversas mulheres nuas em poças de líquidos verdes e plantas de aparência desconhecida.

Durante anos, muitos estudiosos, criptógrafos e linguistas tentaram traduzir a linguagem desconhecida do lendário manuscrito, mas sem sucesso. Mas agora alguém parece ter conseguido decifrar o “texto mais misterioso do mundo”.

O doutor Gerard Cheshire, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, afirma que o manuscrito de Voynich está escrito em uma língua morta chamada proto-românica. E que depois de estudar a fundo as letras e os símbolos, ele finalmente conseguiu decifrar o significado do emblemático texto.

A descoberta linguística

Por mais de um século, os estudiosos tentaram traduzir o significado do famoso manuscrito de Voynich. Mas o pesquisador, Dr. Gerard Cheshire levou apenas duas semanas para identificar o sistema de linguagem e escrita do documento.

Cheshire descreve como decifrou com sucesso o código manuscrito em seu artigo, The Language and Writing System, do MS408 (Voynich) Explained, que foi publicado na revista Romance Studies. Segundo ele, o texto revela o único exemplar conhecido da língua proto-românica.

“Eu experimentei uma série de momentos ‘eureka’ enquanto decifrei o código, seguido por um sentimento de descrença e excitação quando percebi a magnitude da conquista, tanto em termos de sua importância linguística e as revelações sobre a origem e conteúdo do manuscrito”, disse ele à SciNews.

O doutor ainda conta que descobriu que o manuscrito foi elaborado por freiras da Ordem Dominicana. E que ele serviu como referência para Maria de Trastâmara. “O que revela é ainda mais surpreendente do que os mitos e fantasias que gerou. Por exemplo, o manuscrito foi compilado por freiras dominicanas como fonte de referência para Maria de Castela, Rainha de Aragão, que por acaso foi tia-avó de Catarina de Aragão”.

“Também não é exagero dizer que este trabalho representa um dos desenvolvimentos mais importantes até hoje na linguística românica. O manuscrito está escrito em proto-romance, idioma ancestral das línguas românicas de hoje, incluindo português, espanhol, francês, italiano, romeno, catalão e galego. A língua usada foi onipresente no Mediterrâneo durante o período medieval, mas raramente foi escrito em documentos oficiais ou importantes, porque o latim era a língua da realeza, igreja e governo. Por resultado, o proto-romance foi perdido do registro, até agora”, afirma Cheshire.

A linguagem do manuscrito

Cheshire explica ainda o que torna o manuscrito de Voynich tão incomum, falando em termos linguísticos.

“Ele usa uma linguagem extinta. Seu alfabeto é uma combinação de símbolos desconhecidos e mais familiares. Ele não inclui sinais de pontuação dedicados, embora algumas letras possuam variantes de símbolo para indicar pontuação ou acentos fonéticos. Todas as letras estão em letras minúsculas e há não há consoantes duplas. Inclui ditongo, tritongos, quadrítas e até mesmo quintípedes para a abreviação de componentes fonéticos. Também inclui algumas palavras e abreviações em latim”.

O próximo passo agora que o manuscrito foi decifrado é traduzir o manuscrito por completo, algo que levará algum tempo, já que o livro tem mais de 200 páginas.

“Agora o idioma e o sistema de escrita foram explicados, as páginas do manuscrito foram abertas para os estudiosos explorarem e revelarem, pela primeira vez, seu verdadeiro conteúdo linguístico e informativo”, disse ele.

Cheshire adianta que o documento reúne vários textos sobre remédios à base de plantas, banhos terapêuticos, leitura astrológica, além de dicas sexuais. Mas ainda é preciso um trabalho mais aprofundado para descobrir outros segredos guardados no livro.

via: fatosdesconhecidos

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