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7 PROJETOS LOUCOS E REALISTAS PARA NAVES ESPACIAIS

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A poluição da água é um grave problema enfrentado no mundo todo. Diariamente, milhões de litros de água são contaminados, enquanto em muitas regiões do planeta, enfrentam as mais diversas condições em busca do precioso líquido para poderem permanecer vivas.

A contaminação de fontes e rios, por exemplo, ocorre pelo descarte incorreto do lixo, entre outros agentes poluentes, que acabam prejudicando o meio ambientede diversas formas. Pensando nisso, Jeimmie Gabriela Espino Ramírez e Lisset Dayanira Neri Pérez tiveram a grande ideia de um projeto em que pudessem aproveitar a água dos esgotos e rios poluídos para produzir um combustível limpo.

A invenção

As jovens são estudantes de Engenharia Química Industrial no Instituto Politécnico Nacional (IPN), no estado de Hidalgo, no México. Juntas elas criaram um protótipo composto de um purificador e um eletrolisador portátil, que poderia ser utilizado nas regiões mais marginalizadas do país. Elas levaram cerca de 3 anos para desenvolver o projeto e agora planejam patenteá-lo.

O aparelho foi chamado de Gimfi, que na língua otomi significa “água suja”, possui um filtro com camadas de algodão, areia, carvão, mármore, cascalho e tezontle, cuja função é reter as grandes partículas orgânicas e grandes sólidos. Estes purificadores poderiam gerar seu próprio combustível a partir da água residual. Para isso, bastaria coletar a água, independentemente de seu grau de contaminação.

De acordo com as estudantes, para gerar hidrogênio por eletrólise elas eles utilizam energia elétrica. Porém, futuras engenheiras farão alterações no equipamento para que a energia gasta para produzir o hidrogênio seja proveniente de painéis solares e assim transformar todo o projeto em algo sustentável.

O objetivo das jovens é de que o hidrogênio seja algo funcional. Ao invés de armazená-lo, elas poderiam utilizar o elemento químico para alimentar fogões e fornos. Gabriela e Lisset detalharam que 900 ml de água contaminada, coletadas em amostras em diferentes partes do estado em que vivem, foi o suficiente para que elas pudessem obter um líquido visivelmente mais limpo em apenas 30 minutos.

O resultado da água filtrada pelo equipamento das estudantes é um líquido com uma quantidade maior de minerais do que a água potável, pois se trata de um resíduo de efluentes.

 

via: fatosdesconhecidos

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Tecnologia

UM NOVO MATERIAL PODERIA FAZER DOWNLOAD DO SEU CÉREBRO, ENTENDA

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Um novo material quântico foi desenvolvido pelos cientistas da Universidade de Purdue e do Laboratório Nacional Argonne, ambos nos Estados Unidos. Este material poderá, no futuro, transferir informações entre o cérebro humano e um computador, sem a necessidade de outros aparelhos ou conectores.

O projeto desenvolvido por eles ainda se encontra nos estágio iniciais e nos remete a uma ideia de um possível upload de informações a partir de nosso cérebro. Essas informações poderiam ser armazenadas em uma nuvem. Outra possibilidade é a de que o próprio cérebro poderia nos dar informações sobre doenças, entre outras métricas de saúde do corpo. Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.

O novo material

Os pesquisadores têm como objetivo criar um material que “pense” como o cérebro. Além de também ser mais sensível a sinais precoces de doenças, como o mal de Parkinson. Apesar de parecer coisa de filme, os cientistas conseguiram desenvolver um material que pode ao menos “escutar”.

É através das correntes iônicas, que ajudam o cérebro a realizarem uma reação em particular, que nosso organismo realiza algo tão básico como respirar. Fazer a detecção de íons significa também detectar a concentração de uma molécula, o que nos fornece um indicador de saúde do cérebro.

“A meta é preencher a lacuna entre como a eletrônica pensa, que é via elétrons, e como o cérebro pensa, que é via íons. Este novo material nos ajudou a encontrar uma ponte em potencial”, explicou Hai-Tian Zhang, pós-doutorando e principal autor do estudo.

O novo material foi testado em duas moléculas: glicose, açúcar essencial para produção de energia, e na dopamina, responsável pela regulagem do movimento, respostas emocionais e memória. A quantidade de dopamina no cérebro costuma ser baixa. Pacientes com o mal de Parkinson costumam ter percentuais ainda menores. A detecção desse mediador químico é algo notoriamente difícil. Assim, a detecção precoce dos níveis de dopamina significaria um tratamento precoce da doença.

Download

“Este material quântico é cerca de nove vezes mais sensível à dopamina do que os métodos que usamos atualmente em modelos animais”, disse Alexander Chubykin, pesquisador envolvido no estudo. Os pesquisadores ainda afirmaram que o novo material poderia “sentir” átomos de diversas outras moléculas. Agora, eles desejam criar uma maneira para que esse material “responda” ao cérebro.

No futuro, os cientistas acreditam que isso nos daria a capacidade de fazer uma espécie de “download” das informações no cérebro.

“Imagine colocar um dispositivo eletrônico no cérebro para que, quando as funções cerebrais naturais começarem a se deteriorar, uma pessoa ainda possa recuperar memórias desse dispositivo”, disse Shriram Ramanathan, professor de engenharia de materiais em Purdue. Ramanathan possui um laboratório especializado no desenvolvimento de tecnologias inspiradas no principal órgão do corpo humano, o cérebro.

“Podemos dizer com confiança que este material é um caminho potencial para construir um dispositivo de computação que armazene e transfira memórias”, concluiu o professor.

 

via: fatosdesconhecidos

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