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7 PAÍSES MAIS FÁCEIS DE IMIGRAR

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Bateu aquela vontade de sair do país, conhecer novos lugares, pessoas, culinárias, porém a imigração não anda fácil pra ninguém. O desejo de mudança é unânime em todo o Brasil, muitas pessoas estão decidindo deixar tudo para trás e começar uma vida nova em outros países.

As dúvidas são imensas em relação a passaportes e também para identificar qual país tem a maior facilidade para entrada de imigrantes. Ainda mais a partir das polêmicas sobre países que estão cada vez mais se fechando para entrada de estrangeiros. Não pense que isso possa ser um empecilho, ainda há esperança. Locais maravilhosos abrem as portas para novos moradores, é só escolher:

1 – Paraguai

Brasileiros, com certeza, crescem ouvindo muitas pessoas dizerem que já foram ao Paraguaia. A imigração para lá é fácil, basta conseguir depositar uma quantia de dinheiro no banco paraguaio. O governo está a procura de mais pessoas para viverem na região sem litoral. Mas é bom lembrar, não é uma quantia tão pequena de dinheiro, cerca de 4.000 a 5.000 reais. Com isso, já se tem o suficiente para arrumar as malas e partir para o país.

2 – Canadá

Se souber provar o quanto poderá contribuir para esse país, pode ter certeza que o Canadá vai abrir os braços e quase te raptar do seu país de origem. Diferente dos EUA, a imigração para lá é bem vista. Para entrar, basta preencher um formulário contendo sua formação, lugares em que trabalhou e se é capaz de falar francês.

3 – Belize

Este lugar de praias maravilhosas está localizado entre o México e a Guatemala. O interessante é que, com apenas 1 ano, você já consegue solicitar moradia permanente no país. É simples, é só conseguir um visto de turista de 30 dias, e ir renovando a cada fim de prazo até completar um ano. Finalizado os dias, você paga 1.000 dólares e passa por alguns procedimentos burocráticos.

4 – Panamá

País da America Central, o Panamá também gosta de receber os imigrantes. Sua vantagem está para pessoas de mais idade. Essas pessoas se livraram um pouco mais das burocracias existentes da migração. Mas, jovens prontos para trabalhar, não verão grandes dificuldades. Para estabelecer visto de moradia, o valor do depósito é de 5.000 dólares. Tem um porém: caso venha de uma “país amigo” como EUA, o Canadá, o Reino Unido, a Nova Zelândia, a Áustria e a UE, lá eles darão a possibilidade de fazer um “visto amigo”.

5 – Nicarágua

Para entrar nesse paraíso, é simples. A Nicarágua possui um programa para aposentados, basta comprovar renda de US$ 600 dólares e você não precisa ser de fato aposentado, nem velho.

6 – México

Aqui é fácil. É só chegar até um aeroporto e comprar o seu visto. Desde que não trabalhe por 6 meses, e ao esgotar o período, renove o visto, pode se estabelecer. E é só isso, nunca se esqueça de renovar. E sabe o melhor? Você gasta somente $42 dólares para isso durante 1 ano. Boa sorte!

7 – Bélgica

Aqui é mais do que fácil. Você só precisa arrumar um emprego para conseguir uma licença para residência. Muitos lugares da Europa não gostam muito que estrangeiros tirem empregos dos moradores, mas aqui é diferente. Além de permitir que estranhos procurem um emprego, os belgas ainda oferecem formas de se residir no país e contribuir. É só cuidar para realmente permanecer no emprego até completar o tempo necessário para permanência definitiva. Mais fácil não existe.

 

 

 

via: fatosdesconhecidos

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POR QUE AS PESSOAS NÃO SORRIAM NAS FOTOGRAFIAS DO PASSADO?

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Apesar de terem sido altamente popularizadas com a tecnologia, trazendo a fotografia para o cotidiano das pessoas, a incorporando às ferramentas de uso diário como os celulares, as primeiras fotografias foram tiradas no final da década de 1820. Ao longo do restante do século, ela foi se desenvolvendo, tanto na forma artística quanto na atividade social.

No entanto, se dermos uma olhada nos registros feitos do passado perceberemos a grande escassez de sorrisos nas fotos. E só foi entre os anos de 1920 e 1930 que os sorrisos começaram a surgir. Foi só a partir desses momentos da história é que os sorrisos começaram a ser basicamente um padrão nas fotografias. E aí que as pessoas costumam questionar o que teria mudado e impulsionado as pessoas a sorrirem.

Alguns acreditam que o motivo pelo qual as pessoas se recusavam a sorrir em fotografias seria devido ao péssimo estado de conservação de seus dentes. No entanto, muitos pesquisadores rejeitam essa possibilidade. Porém, Angus Trumble, diretor da National Portrait Gallery, em Canberra, na Austrália, aponta que um maior cuidado com a saúde bucal poderia sim um fator que levou ao surgimento dos sorrisos.

Ele argumenta que não é porque os dentes mal cuidados eram algo muito comum naquela época que as pessoas iam querer eternizá-los dessa maneira. “As pessoas tinham dentes ruins, se tinham dentes, o que militava contra abrir a boca em ambientes sociais”, disse ele.

Outro argumento para a falta de sorrisos nas fotos do século XIX é o fato de que capturar uma foto levava muito tempo. Portanto, as pessoas não conseguiam manter um sorriso por tempo suficiente. “Algumas delas são verdadeiras”, disse Todd Gustavson, curador de tecnologia do George Eastman Museum. “Se você olhar para os processos iniciais que levavam um longo tempo de exposição, você escolheria uma pose que fosse mais confortável”.

Porém, ele também aponta que colocar a tecnologia como um fator limitante é um verdadeiro exagero. Isso porque, durante os anos 1850 e 1860, já era possível, com condições adequadas, capturar fotos com apenas alguns segundos de exposição. Nas décadas que se seguiram, isso era ainda mais rápido. O que significa que era possível capturar sorrisos muito antes disso se tornar algo comum.

A professora de cultura e comunicação, Christina Kotchemidova, em um artigo sobre a história dos sorrisos em fotografias, também questiona tal argumento. Segundo ela, sorrir em geral é algo inato, porém, sorrir em frente a uma câmera não é algo instintivo.

Alguns especialistas afirmam que a falta de sorrisos é algo herdado de costumes pré-existentes na pintura. Sorrir era considerado rude e completamente inadequado para retratos. Entretanto, os santos muitas vezes eram retratados com leves sorrisos. Sorrisos largos foram “associados à loucura, grosseria, sonolência, embriaguez, todos os tipos de estados não particularmente decorosos”, disse Trumble.

Portanto, alguns fotógrafos em seus estúdios criavam cenários elegantes e orientavam as pessoas a se comportarem. Eles pediam que fossem produzidas expressões sérias, muito comuns em fotografias do século XIX. Entretanto, de acordo com Gustavson, alguns fotógrafos quebravam essas normas. Em algumas poucas fotos antigas, podemos ver as pessoas sorrindo.

Mudanças

Em uma foto de dois oficias na Guerra Mexicano-Americana, em 1847, é possível ver um deles sorrindo. Já em uma imagem de jogadores de pôquer, de 1853, podemos ver um deles sorrindo enquanto o outro está focado em suas cartas. No entanto, essas não são representações de como eram os retratos de pessoas de classes superiores.

Por outro lado, à medida com que a fotografia se expandia, isso também ampliava as expressões aceitáveis para as fotos. “Tire a câmera do profissional e coloque-a nas mãos do fotógrafo amador e, em seguida, eles podem fazer o que quiserem”, disse Gustavson.

Conforme o tempo passava, a fotografia e a pintura começaram a interagir uma com a outra. Cada uma se aproveitando dos benefícios da outra. Pintores tentavam imitar a clareza e a espontaneidade das fotos. Já os fotógrafos tentavam evocar elementos da fina arte da pintura. O que também pode ter influenciado no surgimento dos sorrisos.

Entretanto, uma mudança completa nas normas fotográficas parece ter surgido durante a Segunda Guerra Mundial. Um estudo, realizado em anuários do ensino médio dos EUA, de 1905 a 2005, mostrou algumas mudanças na expressão padrão das pessoas. Os pesquisadores descobriram que a curvatura labial média aumentava conforme o passar do tempo. Além de que, as mulheres lideravam, em média, sorrindo mais do que os homens.

Kotchemidova também argumenta que a publicidade teve papel fundamental na disseminação do sorriso. E segundo ela, “a Kodak foi uma das pioneiras”. Em suas campanhas, a marca buscava uma abordagem mais feliz e retratava seus consumidores usando sua câmera durante momentos felizes. O que foi muito eficaz para influenciar as pessoas. Kotchemidova acredita que as pessoas internalizaram tais mensagens e passaram a imitar as propagandas.

A grande verdade é que, no estudo dos sorrisos nas fotografias, se as pessoas estão ou não sorrindo, tem muito pouco a ver com o fato delas estarem ou não felizes.

 

via: fatosdesconhecidos

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