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7 MAIS ESTRANHAS ÚLTIMAS REFEIÇÕES JÁ PEDIDAS POR PRESOS ANTES DA MORTE

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O corredor da morte é um termo usado para uma seção do presídio que tem condenados à morte que esperam por sua execução. E depois de serem condenados, os presos ficam nessa parte da prisão durante o processo de apelação ou até o dia da sua morte.

Tudo que envolve o corredor da morte é rodeado de mistérios. E você já chegou a se perguntar o que as pessoas prestes a morrer pedem como sua última refeição? Coisas como um pedido de cinco quilos de queijo e 10 xícaras de molho até comidas estranhas já foram pedidas em uma última refeição. Listamos aqui algumas das refeições mais estranhas.

1 – Saddam Hussein

O ex-presidente do Iraque foi executado por enforcamento em 2006. A sua última refeição é um pouco misteriosa, algumas fontes afirmam que ele pediu comida ocidental, um hambúrguer e batatas fritas. Outras pessoas dizem que ele comeu frango e arroz schwarma.

2 – Adolf Eichmann

Esse oficial do alto escalão nazista e organizador do Holocausto foi enforcado em 1962, em Israel. Eichmann não quis uma última refeição, ao invés disso, ele pediu uma garrafa de Carmel, que é um vinho israelense seco e vermelho, e antes de morrer, ele bebeu metade da garrafa.

3 – Ricky Ray Rector

Esse homem foi executado pelo assassinato do policial Robert Martin. A sua última refeição não foi muito estranha. Ele pediu um bife, frango frito, refrigerante de cereja e uma torta de nozes. O que foi estranho foi que ele deixou a torta e disse ao guarda que ele estava “guardando para mais tarde”.

4 – Peter J. Miniel

Esse homem foi condenado por matar outro por espancamento e facadas e a refeição dele foi uma das maiores no corredor da morte. Ele pediu 20 tacos de carne bovina, 20 encilhadas, dois cheeseburguers, uma pizza de jalapeño, frango frito, espaguete, bolo de frutas, metade de um bolo de chocolate e metade de um bolo de baunilha, biscoitos, sorvete de caramelo de nozes pecan, duas cocas, duas pepsi, duas cervejas e dois copos de suco de laranja.

5 – Lawrence Russell Brewer

O pedido desse assassino foi um dos mais estranhos e grandes. Ele pediu dois filés de frango frito e anéis de cebola, um cheeseburguer de bacon de carne tripla com tudo ao lado, uma omelete de queijo com carne moída, tomate, cebola, pimentão e jalapeños, uma tigela de quiabo frito com ketchup, um quilo de carne assada e metade de um pão branco, três fajitas com todas as coberturas, uma pizza meat lovers, uma caneca de sorvete de baunilha, uma fatia de manteiga de amendoim amassada e três cervejas. O pedido foi muito grande e a maioria das prisões não cede a um pedido tão grande, mas o sistema prisional do Texas o fez. E quando a comida chegou, Brewer se recusou a comer e disse que não estava com fome.

6 – Odell Barnes

Odell Barnes foi condenado pelo assassinato de Helen Bass, em 1989. E quando ele foi ser executado pelo estado do Texas, ele disse que não queria uma refeição e ao invés disso, ele pediu justiça, igualdade e a paz mundial.

7 – Ronnie Lee Gardner

A última refeição desse condenado teve uma reviravolta. O seu pedido foi um filé, lagosta, torta de maçã com sorvete de baunilha e um refrigerante. Além dessa comida, Gardner também pediu a trilogia de Senhor dos Anéis e ele assistiu enquanto lia a Justiça Divina em jejum de 48 horas antes de sua execução.

 

via: fatosdesconhecidos

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POR QUE AS PESSOAS NÃO SORRIAM NAS FOTOGRAFIAS DO PASSADO?

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Apesar de terem sido altamente popularizadas com a tecnologia, trazendo a fotografia para o cotidiano das pessoas, a incorporando às ferramentas de uso diário como os celulares, as primeiras fotografias foram tiradas no final da década de 1820. Ao longo do restante do século, ela foi se desenvolvendo, tanto na forma artística quanto na atividade social.

No entanto, se dermos uma olhada nos registros feitos do passado perceberemos a grande escassez de sorrisos nas fotos. E só foi entre os anos de 1920 e 1930 que os sorrisos começaram a surgir. Foi só a partir desses momentos da história é que os sorrisos começaram a ser basicamente um padrão nas fotografias. E aí que as pessoas costumam questionar o que teria mudado e impulsionado as pessoas a sorrirem.

Alguns acreditam que o motivo pelo qual as pessoas se recusavam a sorrir em fotografias seria devido ao péssimo estado de conservação de seus dentes. No entanto, muitos pesquisadores rejeitam essa possibilidade. Porém, Angus Trumble, diretor da National Portrait Gallery, em Canberra, na Austrália, aponta que um maior cuidado com a saúde bucal poderia sim um fator que levou ao surgimento dos sorrisos.

Ele argumenta que não é porque os dentes mal cuidados eram algo muito comum naquela época que as pessoas iam querer eternizá-los dessa maneira. “As pessoas tinham dentes ruins, se tinham dentes, o que militava contra abrir a boca em ambientes sociais”, disse ele.

Outro argumento para a falta de sorrisos nas fotos do século XIX é o fato de que capturar uma foto levava muito tempo. Portanto, as pessoas não conseguiam manter um sorriso por tempo suficiente. “Algumas delas são verdadeiras”, disse Todd Gustavson, curador de tecnologia do George Eastman Museum. “Se você olhar para os processos iniciais que levavam um longo tempo de exposição, você escolheria uma pose que fosse mais confortável”.

Porém, ele também aponta que colocar a tecnologia como um fator limitante é um verdadeiro exagero. Isso porque, durante os anos 1850 e 1860, já era possível, com condições adequadas, capturar fotos com apenas alguns segundos de exposição. Nas décadas que se seguiram, isso era ainda mais rápido. O que significa que era possível capturar sorrisos muito antes disso se tornar algo comum.

A professora de cultura e comunicação, Christina Kotchemidova, em um artigo sobre a história dos sorrisos em fotografias, também questiona tal argumento. Segundo ela, sorrir em geral é algo inato, porém, sorrir em frente a uma câmera não é algo instintivo.

Alguns especialistas afirmam que a falta de sorrisos é algo herdado de costumes pré-existentes na pintura. Sorrir era considerado rude e completamente inadequado para retratos. Entretanto, os santos muitas vezes eram retratados com leves sorrisos. Sorrisos largos foram “associados à loucura, grosseria, sonolência, embriaguez, todos os tipos de estados não particularmente decorosos”, disse Trumble.

Portanto, alguns fotógrafos em seus estúdios criavam cenários elegantes e orientavam as pessoas a se comportarem. Eles pediam que fossem produzidas expressões sérias, muito comuns em fotografias do século XIX. Entretanto, de acordo com Gustavson, alguns fotógrafos quebravam essas normas. Em algumas poucas fotos antigas, podemos ver as pessoas sorrindo.

Mudanças

Em uma foto de dois oficias na Guerra Mexicano-Americana, em 1847, é possível ver um deles sorrindo. Já em uma imagem de jogadores de pôquer, de 1853, podemos ver um deles sorrindo enquanto o outro está focado em suas cartas. No entanto, essas não são representações de como eram os retratos de pessoas de classes superiores.

Por outro lado, à medida com que a fotografia se expandia, isso também ampliava as expressões aceitáveis para as fotos. “Tire a câmera do profissional e coloque-a nas mãos do fotógrafo amador e, em seguida, eles podem fazer o que quiserem”, disse Gustavson.

Conforme o tempo passava, a fotografia e a pintura começaram a interagir uma com a outra. Cada uma se aproveitando dos benefícios da outra. Pintores tentavam imitar a clareza e a espontaneidade das fotos. Já os fotógrafos tentavam evocar elementos da fina arte da pintura. O que também pode ter influenciado no surgimento dos sorrisos.

Entretanto, uma mudança completa nas normas fotográficas parece ter surgido durante a Segunda Guerra Mundial. Um estudo, realizado em anuários do ensino médio dos EUA, de 1905 a 2005, mostrou algumas mudanças na expressão padrão das pessoas. Os pesquisadores descobriram que a curvatura labial média aumentava conforme o passar do tempo. Além de que, as mulheres lideravam, em média, sorrindo mais do que os homens.

Kotchemidova também argumenta que a publicidade teve papel fundamental na disseminação do sorriso. E segundo ela, “a Kodak foi uma das pioneiras”. Em suas campanhas, a marca buscava uma abordagem mais feliz e retratava seus consumidores usando sua câmera durante momentos felizes. O que foi muito eficaz para influenciar as pessoas. Kotchemidova acredita que as pessoas internalizaram tais mensagens e passaram a imitar as propagandas.

A grande verdade é que, no estudo dos sorrisos nas fotografias, se as pessoas estão ou não sorrindo, tem muito pouco a ver com o fato delas estarem ou não felizes.

 

via: fatosdesconhecidos

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