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Curiosidades

7 INVENÇÕES BIZARRAS DA ERA VITORIANA

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A era da rainha Vitória da Grã-Bretanha, foi uma época de muitos avanços tecnológicos. Tanto que muitas das máquinas e dispositivos criados na época são usados até hoje. Os carrinhos de bebê, por exemplo, são originários dessa época. Assim como a máquina de lavar louças.

No entanto, nem todas as invenções dessa época foram tão incríveis e úteis. Na verdade, há um grande número de invenções que não saíram daquela época e que provavelmente vão te fazer pensar “por que alguém criaria isso?”. Bom, nós também não entendemos porque essas coisas foram criadas, mas vamos te mostrar algumas delas.

1 – Máscara de borracha

Assim como agora, no século XIX, as mulheres também se preocupavam com a aparência. É por isso que muitas concordaram em passar a noite usando uma máscara de borracha. A promessa era de que o uso da máscara iria branquear e ajudar no rejuvenescimento da pele. Mas a única coisa que a máscara fazia era abafar e estimular a transpiração da pele.

2 – Tintas perfumadas

Na era vitoriana, a alfabetização não era algo muito exigido das classes mais altas. A escrita acabou se tornando mais um tipo de arte e foi por isso que começaram a produzir na época tintas perfumadas.

3 – Capas para bigode

Naquela época, ostentar um bigode era algo que todos os cavalheiros desejavam. No entanto, todas as refeições eram também acompanhadas de algum desconforto, já que o bigode ficava sempre sujo. Foi pensando nisso que criaram capas para o bigode, que melhor ainda, que imitavam o formato do bigode.

4 – Cinturão de cólera

O século XIX foi um século muito assombrado por doenças e epidemias que mataram um grande contingente de pessoas. Como os hábitos de higiene não eram tão bons, algumas doenças eram resultado disso. A cólera, por exemplo, era resultado da água suja, mas as pessoas cismaram que era resultado do estômago congelado. E para evitar isso, criaram os cinturões que eram feitos de lã ou de flanela e aqueciam o corpo das pessoas mais frágeis.

5 – Eletrofone

Na época vitoriana, as formas de entretenimento eram escassas. Talvez por isso o eletrofone fez tanto sucesso. O sistema do aparelho funcionava através de linhas telefônicas. A pessoa ligava para o operador e podia escolher se ouvia música, notícias ou algo religioso. As pessoas iam até locais específicos para usar o serviço e algumas até promoviam festas com os fones.

6 – Colar surpresa

Um acontecimento do século XIX deixou todos assombrados. Criminosos tentaram estrangular o deputado Hugh Pilkington enquanto ele andava na rua. Felizmente, o homem sobreviveu ao ataque, mas a história deixou todos com a sensação de vulnerabilidade. Para se armar contra os possíveis bandidos, eles criaram os colares surpresa. O colar era equipado com um tipo de espinho, que era acobertado pela gola da camisa. Assim, caso fossem atacados de surpresa, quem realmente seria surpreendido seria o bandido.

7 – Tinta para veia

Naquela época, acreditava-se que os aristocratas, as pessoas mais importantes da sociedade tinham sangue azul. Querendo comprovar suas origens nobres, várias mulheres usavam o azul da Prússia para pintar em seus braços as veias, nas quais correria sangue azul,

E aí, qual dessas invenções você achou mais bizarra? Melhor, qual dessas você até daria uma chance atualmente? Nos conte aqui nos comentários e aproveita para marcar aqueles amigos que dizem ter nascido na época errada.

 

via: fatosdesconhecidos

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Curiosidades

VOYNICH: DESVENDARAM O MISTÉRIO DO LIVRO QUE NINGUÉM CONSEGUIA LER

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O Manuscrito de Voynich é um misterioso livro ilustrado, escrito em um alfabeto desconhecido e incompreensível. Acredita-se que o livro tenha sido escrito há pelo menos 600 anos atrás, por um autor desconhecido. Além da linguagem ininteligível, as ilustrações também são bastante curiosas. No livro, é possível ver diversas mulheres nuas em poças de líquidos verdes e plantas de aparência desconhecida.

Durante anos, muitos estudiosos, criptógrafos e linguistas tentaram traduzir a linguagem desconhecida do lendário manuscrito, mas sem sucesso. Mas agora alguém parece ter conseguido decifrar o “texto mais misterioso do mundo”.

O doutor Gerard Cheshire, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, afirma que o manuscrito de Voynich está escrito em uma língua morta chamada proto-românica. E que depois de estudar a fundo as letras e os símbolos, ele finalmente conseguiu decifrar o significado do emblemático texto.

A descoberta linguística

Por mais de um século, os estudiosos tentaram traduzir o significado do famoso manuscrito de Voynich. Mas o pesquisador, Dr. Gerard Cheshire levou apenas duas semanas para identificar o sistema de linguagem e escrita do documento.

Cheshire descreve como decifrou com sucesso o código manuscrito em seu artigo, The Language and Writing System, do MS408 (Voynich) Explained, que foi publicado na revista Romance Studies. Segundo ele, o texto revela o único exemplar conhecido da língua proto-românica.

“Eu experimentei uma série de momentos ‘eureka’ enquanto decifrei o código, seguido por um sentimento de descrença e excitação quando percebi a magnitude da conquista, tanto em termos de sua importância linguística e as revelações sobre a origem e conteúdo do manuscrito”, disse ele à SciNews.

O doutor ainda conta que descobriu que o manuscrito foi elaborado por freiras da Ordem Dominicana. E que ele serviu como referência para Maria de Trastâmara. “O que revela é ainda mais surpreendente do que os mitos e fantasias que gerou. Por exemplo, o manuscrito foi compilado por freiras dominicanas como fonte de referência para Maria de Castela, Rainha de Aragão, que por acaso foi tia-avó de Catarina de Aragão”.

“Também não é exagero dizer que este trabalho representa um dos desenvolvimentos mais importantes até hoje na linguística românica. O manuscrito está escrito em proto-romance, idioma ancestral das línguas românicas de hoje, incluindo português, espanhol, francês, italiano, romeno, catalão e galego. A língua usada foi onipresente no Mediterrâneo durante o período medieval, mas raramente foi escrito em documentos oficiais ou importantes, porque o latim era a língua da realeza, igreja e governo. Por resultado, o proto-romance foi perdido do registro, até agora”, afirma Cheshire.

A linguagem do manuscrito

Cheshire explica ainda o que torna o manuscrito de Voynich tão incomum, falando em termos linguísticos.

“Ele usa uma linguagem extinta. Seu alfabeto é uma combinação de símbolos desconhecidos e mais familiares. Ele não inclui sinais de pontuação dedicados, embora algumas letras possuam variantes de símbolo para indicar pontuação ou acentos fonéticos. Todas as letras estão em letras minúsculas e há não há consoantes duplas. Inclui ditongo, tritongos, quadrítas e até mesmo quintípedes para a abreviação de componentes fonéticos. Também inclui algumas palavras e abreviações em latim”.

O próximo passo agora que o manuscrito foi decifrado é traduzir o manuscrito por completo, algo que levará algum tempo, já que o livro tem mais de 200 páginas.

“Agora o idioma e o sistema de escrita foram explicados, as páginas do manuscrito foram abertas para os estudiosos explorarem e revelarem, pela primeira vez, seu verdadeiro conteúdo linguístico e informativo”, disse ele.

Cheshire adianta que o documento reúne vários textos sobre remédios à base de plantas, banhos terapêuticos, leitura astrológica, além de dicas sexuais. Mas ainda é preciso um trabalho mais aprofundado para descobrir outros segredos guardados no livro.

via: fatosdesconhecidos

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