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7 HISTÓRIAS OBSCURAS POR TRÁS DE MASCOTES FAMOSOS DA HISTÓRIA

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Os mascotes são animais, pessoas ou objetos animados que são escolhidos para representar visualmente ou identificar uma marca, empresa ou um evento. Seja qual for o mascote escolhido, eles, normalmente, são humanizados para atingir públicos específicos e são também uma forma de aumentar a moral ou dar uma cara reconhecível para algo.

Geralmente, os mascotes são pensados desde o início, mas em alguns casos, o mascote é “ganhado” de uma forma quase que acidental. Alguns mascotes sobrevivem ao tempo e estão entre nós desde o começo do século XX e outros foram se perdendo com o tempo. Seja qual for o caso, nessa lista falamos as histórias por trás de alguns mascotes.

1 – Leão da MGM

Esse mascote é conhecido por quase todas as pessoas. Antes dos créditos de abertura dos filmes da empresa, o leão ruge e depois desaparece no escuro e logo, vêm as letras MGM. A história que muitos podem não saber é que Jackie, o segundo leão a ser o mascote da MGM, sobreviveu a dois naufrágios, um terremoto e uma explosão de estúdio. Além disso, Jackie também ficou preso no Arizona por quatro dias depois que um piloto teve que fazer um pouso de emergência. E por tudo isso que passou, as pessoas o apelidaram de “Leo, o Sortudo”.

2 – Domino’s

A famosa pizzaria é lembrada por seu nome, mas o que muitos não sabem é que ela já teve um mascote, mas que ele foi esquecido com o tempo. Em 1986, a pizzaria lançou o seu mascote ‘The Noid’ e desde o lançamento, ele foi visto como uma brincadeira. O mascote tinha os olhos confusos e nunca conseguia entregar as pizzas a tempo.

Em 1989, um homem chamado Kenneth Lamar Noid, de Atlanta, estava tendo vários problemas por causa do mascote da pizzaria e resolveu tomar uma providência. Ele foi até uma Domino’s e, com uma arma de fogo, fez dois reféns. O homem pediu uma cópia do livro O Filho da Viúva e um carro para escapar. E enquanto estava lá, ele pediu uma salada e duas pizzas.

3 – Mr. Clean

Alguns mascotes têm um título antes do nome, e cabe a nós aceitar porque não temos como perguntá-los o porquê e como o título foi recebido. Mas o mascote da marca Procter&Gamble Company, desde 1958, teve seu segredo revelado. Os criadores dele falaram o seu nome completo para o público, e ele se chama Mr. Veritably Clean.

4 – Burguer King

O mascote da rede de fast-food foi criado em 1955, na Flórida, mas só apareceu na televisão no fim dos anos 1960 em forma de animação. Em 1976, ele foi representado como um rei barbudo e ruivo e esteva presente nas publicidades da rede por muitos anos.

Em 2011, o mascote foi aposentado, mas reapareceu em 2015. Na luta de Floyd Mayweather Jr. contra Manny Pacquiao, o mascote do Burguer King estava na comitiva de Mayweather. Os boatos são de que a rede pagou um milhão de dólares para essa publicidade.

5 – Jacarés da Flórida

O Gatorade foi criado pelos pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade da Flórida e o jacaré é um mascote comum entre os produtos criados na faculdade. Exemplo disso é que o jornal estudantil é chamado de The Independent Florida Alligator, e os Florida Gators são os mascotes dos times e ele é impresso em todas as mercadorias.

E ele se tornou mascote pro acaso quando, em 1908, um vendedor começou a vender banners e flâmulas escrito ‘Universidade da Flórida’ e uma silhueta de jacaré. E como o Gatorade foi criado por pessoas da universidade ela recebe 20% dos royalties.

6 – Columbia Pictures

Em 1991, Jenny Joseph foi procurada para modelar para o logo da Columbia Pictures. A mulher de 28 anos nunca tinha modelado antes, mas resolveu aceitar o trabalho. E ela foi escolhida porque se parecia com o mascote que estava sendo usado desde 1924. E o logotipo atual é derivado das fotos de Jenny.

7 – Billy, a cabra

Esse talvez possa ser o mascote menos conhecido da lista, mas o que aconteceu com ele que lhe garante um lugar na lista. Billy foi o terceiro mascote do Manchester United Football Club. Primeiro era um ganso, e depois um cachorro.

A história é que, depois da Copa da Inglaterra, em 1909, era tradição que o mascote do time se juntasse aos jogadores quando eles fossem comemorar em algum pub. Billy gostava de beber e foi isso que levou ao acidente. Billy tomou muito champanhe depois da vitória do time e morreu envenenado com o álcool. E depois disso, ele foi imortalizado no museu do clube onde sua cabeça pode ser vista até os dias de hoje.

 

via: fatosdesconhecidos

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Curiosidades

POR QUE AS PESSOAS NÃO SORRIAM NAS FOTOGRAFIAS DO PASSADO?

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Apesar de terem sido altamente popularizadas com a tecnologia, trazendo a fotografia para o cotidiano das pessoas, a incorporando às ferramentas de uso diário como os celulares, as primeiras fotografias foram tiradas no final da década de 1820. Ao longo do restante do século, ela foi se desenvolvendo, tanto na forma artística quanto na atividade social.

No entanto, se dermos uma olhada nos registros feitos do passado perceberemos a grande escassez de sorrisos nas fotos. E só foi entre os anos de 1920 e 1930 que os sorrisos começaram a surgir. Foi só a partir desses momentos da história é que os sorrisos começaram a ser basicamente um padrão nas fotografias. E aí que as pessoas costumam questionar o que teria mudado e impulsionado as pessoas a sorrirem.

Alguns acreditam que o motivo pelo qual as pessoas se recusavam a sorrir em fotografias seria devido ao péssimo estado de conservação de seus dentes. No entanto, muitos pesquisadores rejeitam essa possibilidade. Porém, Angus Trumble, diretor da National Portrait Gallery, em Canberra, na Austrália, aponta que um maior cuidado com a saúde bucal poderia sim um fator que levou ao surgimento dos sorrisos.

Ele argumenta que não é porque os dentes mal cuidados eram algo muito comum naquela época que as pessoas iam querer eternizá-los dessa maneira. “As pessoas tinham dentes ruins, se tinham dentes, o que militava contra abrir a boca em ambientes sociais”, disse ele.

Outro argumento para a falta de sorrisos nas fotos do século XIX é o fato de que capturar uma foto levava muito tempo. Portanto, as pessoas não conseguiam manter um sorriso por tempo suficiente. “Algumas delas são verdadeiras”, disse Todd Gustavson, curador de tecnologia do George Eastman Museum. “Se você olhar para os processos iniciais que levavam um longo tempo de exposição, você escolheria uma pose que fosse mais confortável”.

Porém, ele também aponta que colocar a tecnologia como um fator limitante é um verdadeiro exagero. Isso porque, durante os anos 1850 e 1860, já era possível, com condições adequadas, capturar fotos com apenas alguns segundos de exposição. Nas décadas que se seguiram, isso era ainda mais rápido. O que significa que era possível capturar sorrisos muito antes disso se tornar algo comum.

A professora de cultura e comunicação, Christina Kotchemidova, em um artigo sobre a história dos sorrisos em fotografias, também questiona tal argumento. Segundo ela, sorrir em geral é algo inato, porém, sorrir em frente a uma câmera não é algo instintivo.

Alguns especialistas afirmam que a falta de sorrisos é algo herdado de costumes pré-existentes na pintura. Sorrir era considerado rude e completamente inadequado para retratos. Entretanto, os santos muitas vezes eram retratados com leves sorrisos. Sorrisos largos foram “associados à loucura, grosseria, sonolência, embriaguez, todos os tipos de estados não particularmente decorosos”, disse Trumble.

Portanto, alguns fotógrafos em seus estúdios criavam cenários elegantes e orientavam as pessoas a se comportarem. Eles pediam que fossem produzidas expressões sérias, muito comuns em fotografias do século XIX. Entretanto, de acordo com Gustavson, alguns fotógrafos quebravam essas normas. Em algumas poucas fotos antigas, podemos ver as pessoas sorrindo.

Mudanças

Em uma foto de dois oficias na Guerra Mexicano-Americana, em 1847, é possível ver um deles sorrindo. Já em uma imagem de jogadores de pôquer, de 1853, podemos ver um deles sorrindo enquanto o outro está focado em suas cartas. No entanto, essas não são representações de como eram os retratos de pessoas de classes superiores.

Por outro lado, à medida com que a fotografia se expandia, isso também ampliava as expressões aceitáveis para as fotos. “Tire a câmera do profissional e coloque-a nas mãos do fotógrafo amador e, em seguida, eles podem fazer o que quiserem”, disse Gustavson.

Conforme o tempo passava, a fotografia e a pintura começaram a interagir uma com a outra. Cada uma se aproveitando dos benefícios da outra. Pintores tentavam imitar a clareza e a espontaneidade das fotos. Já os fotógrafos tentavam evocar elementos da fina arte da pintura. O que também pode ter influenciado no surgimento dos sorrisos.

Entretanto, uma mudança completa nas normas fotográficas parece ter surgido durante a Segunda Guerra Mundial. Um estudo, realizado em anuários do ensino médio dos EUA, de 1905 a 2005, mostrou algumas mudanças na expressão padrão das pessoas. Os pesquisadores descobriram que a curvatura labial média aumentava conforme o passar do tempo. Além de que, as mulheres lideravam, em média, sorrindo mais do que os homens.

Kotchemidova também argumenta que a publicidade teve papel fundamental na disseminação do sorriso. E segundo ela, “a Kodak foi uma das pioneiras”. Em suas campanhas, a marca buscava uma abordagem mais feliz e retratava seus consumidores usando sua câmera durante momentos felizes. O que foi muito eficaz para influenciar as pessoas. Kotchemidova acredita que as pessoas internalizaram tais mensagens e passaram a imitar as propagandas.

A grande verdade é que, no estudo dos sorrisos nas fotografias, se as pessoas estão ou não sorrindo, tem muito pouco a ver com o fato delas estarem ou não felizes.

 

via: fatosdesconhecidos

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