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7 COISAS QUE VOCÊ NÃO SABIA WILLIAN SHAKESPEARE

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Pode até ser que você nunca tenha lido nenhuma de suas obras, mas você provavelmente sabe quem foi William Shakespeare. O escritor e dramaturgo inglês é tido como o maior escritor do idioma inglês e também o mais influente dramaturgo do mundo. Ele é o autor do clássico e também trágico romance, Romeu e Julieta. Esse muito provavelmente você conhece. O livro já ganhou diversas adaptações e é um dos romances mais populares do mundo.

William Shakespeare nasceu em 1564, em Stratford-upon-Avon, na região de Birmigham, sul da Inglaterra. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores gênios da literatura mundial, e o seu trabalho criativo revolucionou a história do teatro. Shakespeare escreveu no total 37 peças teatrais, sendo 10 tragédias, 10 dramas e comédias, mostrando toda a sua versatilidade. E além das peças, ele ainda escreveu 154 sonetos. Confira alguns fatos sobre a vida e carreira de grande escritor que você provavelmente não sabia.

1 – Aniversário de nascimento e morte

Pelo que tudo indica, Shakespeare nasceu no dia 23 de abril de 1564. Coincidentemente, ele veio a falecer também no dia 23 de abril, mas do ano de 1616, com 52 anos de idade.

No entanto, a data do seu nascimento ainda é tema de discussão, já que não existe nenhum registro formal que comprove a data exata que o escritor teria nascido. Tudo que existe sobre isso, é um registro do seu batismo, que ocorreu em 26 de abril de 1564. Como naquela época, era muito comum que os bebês fossem batizados três dias após o nascimento, o dia 23 ficou como sendo a data do seu aniversário.

2 – Fama e fortuna

A grande maioria dos artistas daquela época só conseguiram fama e riqueza após a morte. Isso não aconteceu com Shakespeare, ele recebeu todos os créditos por suas obras ainda em vida. Suas peças fizeram dele um homem muito rico. Quando tinha 33 anos, o escritor comprou a maior casa de Stratford, e 107 acres de terra na mesma cidade.

3 – Família e descendência

Shakespeare vinha de uma família humilde e tinha sete irmãos. Em 1582, ele se casou com Anne Hathaway (não a atriz de O Diabo Veste Prada). No entanto, o seu casamento foi bastante polêmico na época. Anne era oito anos mais velha do que ele e estava grávida do primeiro filho do casal.

Juntos, William e Anne tiveram três filhos: Susanna, cuja a única filha não deixou herdeiros, e os gêmeos Hamnet, que morreu ainda na juventude e Judith que os filhos morreram antes de se casar. A sua linhagem terminou com a morte da sua neta Elisabeth, em 1670.

4 – Dicionário

Algo que poucas pessoas sabem é que Shakespeare foi o responsável por criar algumas palavras que até hoje são usadas no idioma inglês. Analisando todas as suas obras, o escritor usou 28.829 palavras diferentes. Inclusive, alguns pesquisadores sugerem que ele tinha um vocabulário de cerca de 100 mil palavras, o maior de todos os tempos. O famoso dicionário Oxford English Dicitionary creditou a Shakespeare mais de 3 mil palavras usadas atualmente na língua inglesa. Palavras como “addiction” (vício), “obsene” (obsceno) e “lonely” (solitário) por exemplo, foram criadas por ele.

5 – Shakespeare fumante?

Não se sabe com certeza, mas segundo um estudo feito na África do Sul, Shakespeare provavelmente era fumante. Depois de encontrar 24 cachimbos, com mais de 400 anos, onde provavelmente era o jardim do escritor, os pesquisadores acreditam que Shakespeare fumava enquanto escrevia suas obras. E possivelmente usava essas substâncias devido suas propriedades de estimulação mental.

6 – Segundo mais citado

A grandiosidade das obras de Shakespeare ultrapassa gerações. Segundo a Literary Encyclopedia, o seu legado literário são as segundas obras mais citadas desde sempre. O escritor perde apenas para a Bíblia, que é a obra mais citada em todo o mundo.

7 – Legado memorável

Além de ter suas obras consideradas as segundas mais citadas no mundo, elas também receberam o título de terceira mais influente da história. Em 2015, a obra completa de Shakespeare foi nomeada a terceira mais influente. Suas obras ficam atrás apenas de A Origem das Espécies, de Charles Darwin, e o Manifesto do Partido Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels.

 

via: fatosdesconhecidos

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O PROJETO AMBICIOSO DA NASA DE CONSTRUIR ESSA ”CAÇADORA DE PLANETAS”

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A NASA (Agência Espacial dos Estados Unidos) foi fundada no ano de 1958. Cerca de três anos depois, em 1961, foi criado o centro espacial norte americano Johnson Space Center. A NASA funciona como núcleo de pesquisa, realização e comando de voos tripulados. Ela também abriga o MCC (Centro de Controle das Missões), cuja função principal é gerenciar todas as atividades que acontecem na Estação Espacial Internacional e todas as missões espaciais que são demandadas.

A NASA agora tem o objetivo de fazer missões de caça exoplanetas starshade. Essas missões podem parecer tecnologicamente assustadoras, mas elas não estão fora do alcance da NASA, de acordo com pesquisas recentes.

Para que essa missão fosse realizada seria usado um telescópio espacial e uma nave separada. Ela voaria cerca de 40 mil quilômetros de distância na frente. A sonda, que viria atrás, seria equipada com uma grande sombra plana e de pétalas projetadas para bloquear a luz das estrelas. Isso permitiria que o telescópio orbite diretamente  POR mundos alienígenas que sejam pequenos como a Terra, e que de outra maneira seriam perdidos no brilho.

Os instrumentos, chamados coronógrafos, foram instalados em vários telescópios terrestres e espaciais. Eles funcionam com o mesmo bloqueio de luz. E os coronógrafos são incorporados no próprio telescópio.

Missões

Até agora não existem registros de missões starshade nos livros da NASA. Segundo oficiais da NASA, para que a missão funcione, as duas espaçonaves têm que estar alinhadas, perfeitamente precisas. Além de estarem com uma distância de cerca de um metro uma da outras.

“As distâncias que estamos falando para a tecnologia starshade são difíceis de imaginar”, disse Michael Bottom, engenheiro do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), em Pasadena.

“Se a starshade fosse reduzida para o tamanho de uma montanha-russa, o telescópio teria o tamanho de uma borracha para lápis, e eles seriam separados por cerca de 100 quilômetros. Agora imagine que esses dois objetos estão flutuando livremente no espaço. Eles estão experimentando esses pequenos puxões e empurrões da gravidade e de outras forças. E ao longo dessa distância estamos tentando manter ambos precisamente alinhados dentro de cerca de 2 milímetros”, continuou.

Em teoria, algumas falhas seriam possíveis de ser detectadas se tivesse uma câmera dentro do telescópio espacial. Isso porque pequenas quantidades de luz estelar vazam sempre ao redor da estrela. E isso forma um padrão claro e escuro. Essa câmera detectaria esses desalinhamentos quando visse que o padrão estava fora do centro.

Técnicas

Para testar essa técnica e se ela realmente funcionaria, Bottom criou um programa de computador. Os resultados do experimento foram bastante encorajadores.

“Podemos sentir uma mudança na posição da starshade até uma polegada, mesmo sobre essas enormes distâncias”, comentou.

Paralelamente, Thibault Flinois, engenheiro da JPL, e seus colegas fizeram um conjunto de algoritmos que usam as informações do programa de Bottom. Isso para que conseguissem determinar quando a starshade tem que disparar de maneira autônoma os seus propulsores para manter o alinhamento.

Os trabalhos em conjunto dizem que as missões starshade são tecnologicamente possíveis. De fato, deve ser possível manter uma starshade grande e um telescópio espacial alinhados a uma distância de até 74 mil quilômetros.

“Isso para mim é um bom exemplo de como a tecnologia espacial se torna cada vez mais extraordinária, baseando-se em seus sucessos anteriores”, disse Phil Willems, gerente da atividade Starshade Technology Development da NASA.

“Usamos formação voando no espaço toda vez que uma cápsula atraca na Estação Espacial Internacional. Mas Michael e Thibault foram muito além disso e mostraram uma maneira de manter a formação em escalas maiores que a própria Terra”, concluiu Willems.

via: fatosdesconhecidos

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