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7 COISAS QUE UM ASTRONAUTA NÃO PODE FAZER NO ESPAÇO

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A vida de um astronauta não é tão simples quanto as pessoas acham. Mesmo sendo o sonho de diversas crianças ao redor do mundo, viajar para o espaço pode ser algo bastante complicado e limitado. Não é porque eles saem do planeta, que podem fazer o que quiserem. As aventuras dignas de roteiros para filmes não é tão liberal quanto muitos acreditam ser. A falta de gravidade ao ultrapassar os limites terrestres, por exemplo, traz consigo diversas complicações. A Estação Espacial Internacional (ISS) está longe de ser um hotel de luxo aqui da Terra. Comer, tomar banho e várias outras tarefas acabam se tornando tarefas quase impossíveis para um astronauta.

Pensando um pouco sobre tudo o que eles passam, resolvemos trazer essa matéria. A redação da Fatos Desconhecidos buscou e listou para você, caro leitor, algumas coisas que um astronauta não pode fazer no espaço. Se você sabe de alguma outra grande limitação para eles, comenta pra gente aí embaixo. Aproveite desde já para compartilhar com seus amigos nas redes sociais e, sem mais delongas, confira conosco a seguir e surpreenda-se.

1 – Chorar

As lágrimas no espaço se comportam de maneira totalmente distinta por causa dos efeitos da microgravidade. Elas estão longe de serem um alívio para as dores de qualquer astronauta. Se não forem enxugadas, viram uma espécie de bolha líquida que fica flutuando. Um astronauta canadense disse que chorar no espaço é péssimo, pois elas até mesmo “pinicam”.

2 – Comer um Snack

Segundo a NASA, uma vez no espaço, o astronauta perde o seu paladar. Diversos deles relataram que ao voltar para a Terra, os alimentos possuem um sabor mais forte do que quando consumidos no espaço. A falta de gravidade faz com que os fluídos do corpo se movimentem de forma atípica, assim, em vez de se concentrar nas regiões inferiores, o sangue vai em direção à cabeça. Como o paladar muda, é impossível sentir o sabor real de um snack no espaço.

3 – Fazer o número dois com privacidade

Ao se aliviar, o astronauta precisa se preocupar com os efeitos da microgravidade e ainda se adaptar ao fato de que o banheiro da ISS não se parece com o que ele usa em casa. O banheiro não tem porta e é dividido apenas com uma cortina. Possui riscos de alguns dejetos serem dispersos. “O número dois… é bem mais desafiante porque você está tentando atingir um alvo pequeno”, disse Peggy Whitson, um astronauta que passou 665 dias no espaço.

4 – Comer um pão

A NASA substituiu o consumo de pão no espaço por tortilhas, então não é possível um astronauta comer pão na chapa pela manhã. O astronauta corre risco de engasgar com as migalhas e as mesmas ainda podem danificar os equipamentos. Sal e pimenta também são banidos no espaço pelo mesmo motivo.

5 – Usar uma caneta

A tinta de qualquer caneta que temos da Terra precisa de gravidade para fluir. Sendo assim, é impossível usar uma caneta no espaço. Segundo a revista Scientific American, lápis mecânicos são usados por astronautas da Rússia e Estados Unidos. Em 1956, a Fisher Pen Company patenteou um cartucho que puxa tinta para a ponta da caneta, permitindo que ela funcionasse até mesmo de cabeça pra baixo.

6 – Dormir de acordo com o nascer do Sol

Imagine ver o pôr do sol mais de dezesseis vezes por dia. É isso que acontece com os astronautas no espaço. Antes de ir ao espaço, o astronauta é submetido a um treinamento intensivo para regularização das sonecas. Há clínicos especialistas em saúde comportamental a disposição dos astronautas.

7 – Fazer sexo

Ter relações sexuais durante missões espaciais, além de ser proibido, é super difícil. Isso por causa da falta de privacidade e a extensão ocupada pelos equipamentos e ambientes de trabalho. A falta de gravidade também atrapalha, deixando o clima desfavorável. Os efeitos da microgravidade causam sintomas como dor de cabeça, náusea e aumento no fluxo sanguíneo. Esse aumento compromete a ereção masculina.

 

via: fatosdesconhecidos

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Curiosidades

O PROJETO AMBICIOSO DA NASA DE CONSTRUIR ESSA ”CAÇADORA DE PLANETAS”

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A NASA (Agência Espacial dos Estados Unidos) foi fundada no ano de 1958. Cerca de três anos depois, em 1961, foi criado o centro espacial norte americano Johnson Space Center. A NASA funciona como núcleo de pesquisa, realização e comando de voos tripulados. Ela também abriga o MCC (Centro de Controle das Missões), cuja função principal é gerenciar todas as atividades que acontecem na Estação Espacial Internacional e todas as missões espaciais que são demandadas.

A NASA agora tem o objetivo de fazer missões de caça exoplanetas starshade. Essas missões podem parecer tecnologicamente assustadoras, mas elas não estão fora do alcance da NASA, de acordo com pesquisas recentes.

Para que essa missão fosse realizada seria usado um telescópio espacial e uma nave separada. Ela voaria cerca de 40 mil quilômetros de distância na frente. A sonda, que viria atrás, seria equipada com uma grande sombra plana e de pétalas projetadas para bloquear a luz das estrelas. Isso permitiria que o telescópio orbite diretamente  POR mundos alienígenas que sejam pequenos como a Terra, e que de outra maneira seriam perdidos no brilho.

Os instrumentos, chamados coronógrafos, foram instalados em vários telescópios terrestres e espaciais. Eles funcionam com o mesmo bloqueio de luz. E os coronógrafos são incorporados no próprio telescópio.

Missões

Até agora não existem registros de missões starshade nos livros da NASA. Segundo oficiais da NASA, para que a missão funcione, as duas espaçonaves têm que estar alinhadas, perfeitamente precisas. Além de estarem com uma distância de cerca de um metro uma da outras.

“As distâncias que estamos falando para a tecnologia starshade são difíceis de imaginar”, disse Michael Bottom, engenheiro do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), em Pasadena.

“Se a starshade fosse reduzida para o tamanho de uma montanha-russa, o telescópio teria o tamanho de uma borracha para lápis, e eles seriam separados por cerca de 100 quilômetros. Agora imagine que esses dois objetos estão flutuando livremente no espaço. Eles estão experimentando esses pequenos puxões e empurrões da gravidade e de outras forças. E ao longo dessa distância estamos tentando manter ambos precisamente alinhados dentro de cerca de 2 milímetros”, continuou.

Em teoria, algumas falhas seriam possíveis de ser detectadas se tivesse uma câmera dentro do telescópio espacial. Isso porque pequenas quantidades de luz estelar vazam sempre ao redor da estrela. E isso forma um padrão claro e escuro. Essa câmera detectaria esses desalinhamentos quando visse que o padrão estava fora do centro.

Técnicas

Para testar essa técnica e se ela realmente funcionaria, Bottom criou um programa de computador. Os resultados do experimento foram bastante encorajadores.

“Podemos sentir uma mudança na posição da starshade até uma polegada, mesmo sobre essas enormes distâncias”, comentou.

Paralelamente, Thibault Flinois, engenheiro da JPL, e seus colegas fizeram um conjunto de algoritmos que usam as informações do programa de Bottom. Isso para que conseguissem determinar quando a starshade tem que disparar de maneira autônoma os seus propulsores para manter o alinhamento.

Os trabalhos em conjunto dizem que as missões starshade são tecnologicamente possíveis. De fato, deve ser possível manter uma starshade grande e um telescópio espacial alinhados a uma distância de até 74 mil quilômetros.

“Isso para mim é um bom exemplo de como a tecnologia espacial se torna cada vez mais extraordinária, baseando-se em seus sucessos anteriores”, disse Phil Willems, gerente da atividade Starshade Technology Development da NASA.

“Usamos formação voando no espaço toda vez que uma cápsula atraca na Estação Espacial Internacional. Mas Michael e Thibault foram muito além disso e mostraram uma maneira de manter a formação em escalas maiores que a própria Terra”, concluiu Willems.

via: fatosdesconhecidos

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