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7 CASOS QUE DEMORARAM DÉCADAS PARA SEREM RESOLVIDOS

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Recentemente, o caso de Jack, o Estripador teve um desfecho. Esse estava em aberto há vários anos e os oficiais nunca conseguiram encontrar o verdadeiro culpado pelos assassinatos da figura conhecida como Jack. No final de tudo, o verdadeiro culpado era Aaron Kosminski, o principal suspeito desde o começo. A confirmação foi feita através de um teste de DNA com achados na cena de um crime e um parente contemporâneo do criminoso. A investigação a respeito da identidade de Jack, o Estripador durou mais de 100 anos. Esse está longe de ser um caso isolado. Assim como o caso que demorou tanto para ser decifrado, existem outros casos que demoraram décadas para serem resolvidos.

Pensando um pouco sobre esse assunto, resolvemos trazer essa matéria. A redação da Fatos Desconhecidos buscou e listou para você, caro leitor, 7 casos que demoraram décadas para serem resolvidos. Se você souber de algum outro que não listamos aqui, manda pra gente nos comentários aí embaixo. Aproveite para compartilhar com seus amigos desde já e, sem mais delongas, confira conosco e surpreenda-se.

 

Casos que demoraram décadas para serem resolvidos

 

1 – Colin Pitchfork, primeiro agressor exposto por um teste de DNA

Em novembro de 1983, o corpo de Linda Mann foi encontrado em Narborough. A vítima apresentava sinais de abuso sexual. A polícia investigou os traços biológicos do criminoso, mas não o encontrou. Após três anos, outra vítima foi descoberta, dessa vez Don Ashworth. Comparações biomateriais conseguiram mostrar que o assassino era o mesmo em ambos os casos. A suspeita recaiu sobre Richard Buckland, um adolescente local, cujo tipo sanguíneo coincidia com o encontrado na cena do crime. O garoto confirmou um dos assassinatos, mas negou com força o segundo. Graças ao teste de DNA, inventado um ano após o primeiro crime, descobriram que Buckland não era culpado. A polícia iniciou um teste em larga escala de homens da cidade. Em setembro de 1987, Colin Pitchfork, um padeiro local foi preso. O teste de DNA correspondia às amostras encontradas. Ele confessou ambos os crimes e acabou condenado à prisão perpétua. Ele foi o primeiro culpado por um teste de DNA.

2 – O desaparecimento de Tamara Milograd

Em 1971, Tamara Milograd, de 15 anos, da Austrália, foi a um show e não retornou. Sua família nunca desistiu de encontrá-la. Em março de 2015, Corina Russell se deparou com uma foto de Tamara no site Ponto Focal Nacional para Pessoas Desaparecidas e reconheceu. Era sua mãe que morreu no ano de 1976. Graças ao teste de DNA, estabeleceu-se uma relação familiar entre a família Milograd e Corina. Descobriram, finalmente, que Tamara havia fugido para outro estado australiano, acrescentou três anos à sua idade verdadeira e tornou-se Paulin Tammy Russell. Ela deu à luz dois filhos. A família da desaparecida demorou 44 anos para saber a verdade.

3 – Assassinato de Patricia Bird

No dia 27 de março de 1981, Patrícia Bird foi encontrada morta em Denver. Os membros de sua família ficaram alarmados quando ela desapareceu por vários dias e foram direto para sua casa. A polícia não conseguiu identificar o agressor até o ano de 2013. Graças a um teste de DNA, os oficiais conseguiram identificar o criminoso. Hector Bencomo-Inohos pegou quase 50 anos de prisão.

4 – Petra Pazsitka

Em julho de 1984, Petra Paszitka desapareceu em Braunschweig. A polícia logo começou uma busca em larga escala, envolvendo um programa nacional de desaparecidos. Em março de 1985, o primeiro suspeito foi preso, já que era acusado de outro crime. Ele foi confessou o assassinato da mulher e a mesma foi declarada morta em 1987, encerrando o caso. Em 2015, a polícia de Dusseldorf recebeu uma mensagem sobre o assalto a um apartamento de Sra. Schneider. A polícia exigiu os documentos dela e Schneider descobriu o seu verdadeiro nome. Como puderam perceber, ela viveu 31 anos com o nome de Schneider. Ela não possuía conta bancária e nem documentos de identidade e nunca contou aos parentes, evitando uma vida social ativa para que não fosse descoberta. Ela não foi acusada porque não falsificou nem um documento e continua a se recusar a falar com a família e imprensa.

5 – Crime que se tornou uma nova rodada de desenvolvimento da criminologia

Este caso foi descrito no livro do criminologista Hans Gross. No final do século XVIII, uma pessoa gravemente doente foi encontrada enforcada em sua própria casa. Gross, um investigador judicial, foi enviado para o local do crime. Ele achou a cena quase intocada, o que no tempo era raro. Após um tempo, o investigador percebeu que o corpo estava no meio de uma sala sem cadeiras por perto. A altura do teto não permitia que uma pessoa se enforcasse daquela forma. A versão suicida foi rejeitada. Funcionários da casa disseram que os donos haviam ido a uma festa e deixado o doente em casa. O velho morreu à noite e os criados, não querendo ser acusados de negligência, encenaram o suicídio.

6 – Família Maureen

Em 1985, na cidade de Chehalis, nos Estados Unidos, Edward e Minnie Maureen, de 80 anos, desapareceram. Logo após, seus corpos foram encontrados em uma floresta próxima. Os investigadores encontraram rapidamente os principais suspeitos. Os irmãos Rife estavam na mira. No entanto, levaram quase 30 anos para se chegar ao fim do caso, visto que muitas testemunhas ficaram com medo dos irmãos e não testemunharam. Em 1987, Rick e John Rife partiram para o Alasca. Somente em julho de 2012, evidências suficientes foram coletadas e Rick foi preso. John morreu uma semana antes da visita da polícia. Rick foi condenado a 103 anos de prisão.

7 – Lucy Ann Johnson

Em 1961, Lucy Ann Johnson desapareceu de sua casa. A suspeita rapidamente caiu sobre seu marido. A polícia até cavou o quintal da casa onde o casal morava, mas não encontrou nada. Linda Johnson, filha de Lucy, nunca perdeu a esperança de encontrar sua mãe. Após uma publicação feita pela polícia no local da foto da mãe, e divulgada em reportagens, ela começou as buscas. Ela colocou fotos de Lucy nos jornais da cidade onde crescera. Em 2013, uma mulher entrou em contato com a polícia e se apresentou como meia-irmã de Linda. No final, descobriu-se que a própria Lucy havia encontrado outra família, com quem Linda logo se encontrou. O motivo da fuga da mulher foi a traição e violência do marido

 

via: fatosdesconhecidos

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IMAGENS MOSTRAM UMA INCRÍVEL ”NUVEM DE PÓLEN” QUE ATINGIU OS EUA

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O mundo teme diversos apocalipses. Uma onda de desastres naturais destruidores que podem levar a maior parte da população mundial à morte, o famoso apocalipse zumbi ou invasão alienígena. No entanto, ninguém jamais temeu um “polenpocalipse”. Se você planeja ir à Carolina do Norte, nos Estados Unidos, é recomendado deixar a janela bem fechada. Além disso, coloque bons óculos de proteção e se proteja com alguns lençóis, pois o local foi invadido por uma nuvem de pólen. Um tsunami tem descido pelo céu e assustou diversas pessoas que estavam no local.

Na segunda-feira (15), Jeremy Gilchrist, um fotógrafo, capturou algumas imagens incríveis do que ele chamou de “Polenpocalypse”. As fotografias foram feitas em Durham, na cidade de Carolina do Norte. A cidade declarou através de um alerta que os níveis de pólen no local estavam muito acima do normal. Estavam altos e preocupantes. Essa nuvem é capaz de fazer mal a qualquer pessoa que sofre com alergia disso, logo é recomendado se proteger ao máximo e não entrar em contato com essa nuvem que chega ao solo.

Para registrar tudo com fotografias, Gilchrist utilizou um drone, e assim obteve melhor resultado. Isso lhe permitiu pegar a melhor visão do cenário assustador diante dele. Em uma entrevista à CNN, Jeremy disse que apenas editou levemente suas fotos antes de compartilhá-las nas redes sociais. Segundo ele, bastou ajustar o contraste para combinar com o que seria visto a olho nu ainda do solo. As condições secas e arejadas ajudaram o pólen a se acumular no ambiente antes de ser arrastado por uma chuva forte que aconteceu.

Segundo o Mapa Nacional de Alergias da Pollen.com, diversos estados do sul e do sudeste americano estão sendo afetados atualmente por esse alto nível de pólen. Esses vão do Arizona ao Arkansas e a Nova York. Ainda segundo o site, as piores cidades para isso, que mais sofrem atualmente com a condição de febre do feno, são Huntington, Louisville, Memphis, Lexington e Huntsville. Um dos principais motivos para esse mal é a mudança climática extrema. Nos últimos anos, a maré de pólen que acompanha o início da primavera tem aumentado bastante.

Um mundo em aquecimento graças à mudança climática pelo homem traz para frente e testa a temporada de pólen. Isso ajuda as plantas a liberarem ainda mais pólen do que o normal. Infelizmente, isso piora cada vez mais. Nos últimos anos, o potencial tem aumentado e acreditam que vai aumentar ainda mais nos próximos. Como dissemos, é um perigo para quem sofre de alergia à pólen, pois isso causa um surto indesejável aos olhos, deixando-os totalmente irritados. Além disso, o nariz fica irritado, escorrendo e coçando.

“Tornou-se o modelo dos impactos da mudança climática na saúde”, disse Jeffrey Domain, diretor do Centro de Alergia, Asma e Imunologia do Alasca, à Vox. A névoa amarela, que desce sobre os Estados Unidos, é apenas um lembrete de que precisamos nos ater aos objetivos do Acordo de Paris, mantendo o aquecimento global ao mínimo. Para as pessoas que sofrem de febre do feno, o futuro parece ser um péssimo lugar.

Vídeo da nuvem de pólen

 

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via: fatosdesconhecidos

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