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7 APOCALIPSES QUE NÃO ACONTECERAM NESTE SÉCULO

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A humanidade sempre fez previsões sobre o futuro, e muitas pessoas, ao longo da História, afirmaram saber qual o destino de todas as criaturas viventes. Não julgo. às vezes é só o que a gente espera mesmo: que o fim chegue logo. Mesmo durante o século 20, os escritores de ficção científica fizeram algumas previsões surpreendentemente precisas sobre a era espacial computadorizada do século XXI. Contudo, obviamente, o fim da humanidade ainda não chegou. Em suas diversas formas e ideologias, existiram inúmeros apocalipses que não aconteceram neste século.

Mediante as centenas de datas de término fornecidas, nós felizmente parecemos ter uma boa taxa de sucesso para sobreviver às teorias apocalípticas. Algumas previsões baseavam-se numa análise detalhada das referências bíblicas. Outros envolviam movimentos planetários e colisões com cometas. Muitos eram simplesmente esquisitas a ponto de até mudar a data da previsão. Tamanha era a vontade de ser o responsável pelo presságio correto.

A era da Internet atual se tornou um meio para fornecer essas teorias a um vasto público amedrontado. Com sites dedicados a planetas imaginários, sites de notícias falsas e compartilhamentos em mídias sociais, essas mensagens de destruição iminente podem se tornar rapidamente virais. É surpreendente como as pessoas têm apreço pelo fim dos tempos (novamente, eu não julgo). Conheça agora algumas dessas teorias sobre apocalipses que não aconteceram nesse século.

1. Bug do Milênio

À medida que os calendários chegavam ao ano 2000, uma combinação de incertezas sobre o início de uma nova era e um alarmismo generalizado levou milhões de pessoas a acumular suprimentos. Alguns acreditavam que os problemas de codificação de computadores significavam que os programas seriam incapazes de reconhecer o ano 2000, derrubando sistemas e causando o caos mundial. Muitos temiam que, no primeiro dia de janeiro de 2000, os computadores reconhecessem a nova data como 1900.Milhões de dólares foram gastos em todo o mundo, preparando-se para o “Y2K” ou o “Bug do Milênio”, que deveria afetar tudo e todos. Até mesmo os céticos acumulavam mantimentos extras, água e lanternas “apenas para o caso” de que os serviços essenciais realmente falhassem.

2. O Arrebatamento

Harold Camping, um cristão fundamentalista e apresentador de rádio, “previu” que 1994 seria o ano em que o arrebatamento começaria. Quando isso não aconteceu, ele concluiu que estava equivocado em relação aos números, baseados em mensagens decodificadas na Bíblia. Depois de algum recálculo, Camping anunciou que o mundo realmente terminaria em 21 de maio de 2011. Milhares de seguidores deixaram suas vidas para trás para ajudar a divulgar o apocalipse vindouro.

Em 22 de maio, o mundo ainda estava de pé e Camping estava “espantado”. Seus seguidores, muitos dos quais haviam drenado suas economias para promover a mensagem, reagiram com raiva e confusão. Mas Camping rapidamente assegurou-lhes que o verdadeiro fim do mundo estava chegando em 21 de outubro de 2011. Caso você esteja se perguntando, isso também não aconteceu.

3. 2008… 2012… 2013!

O pastor Ronald Weinland, de Ohio, indicou o apocalipse para o dia 30 de setembro de 2008. O ministro da igreja “Preparando-se para o Reino de Deus” também lançou um livro em 2006, afirmando que ele e sua esposa haviam sido apontados como testemunhas do fim do mundo.

Infelizmente, houve um erro nos cálculos de Weinland e o apocalipse não apareceu como esperado. Sob seus novos cálculos, o fim estaria programado para o dia 7 de maio de 2012. Depois disso, seria em 19 de maio de 2013.

Observação: Weinland foi considerado culpado de evasão fiscal em 2012. Agora faz sentido a sua obsessão pelo apocalipse? Porque está bem claro para mim.

4. Cometa Elenin

Ao longo da história, o surgimento dos cometas sempre foi visto como um prenúncio da desgraça. Então, quando o astrônomo russo Leonard Elenin avistou o cometa Elenin, no final de 2010, os teóricos do juízo final infernizaram a Internet. Os astrônomos de poltrona previram de tudo, desde terremotos e maremotos, até uma colisão completa com a Terra entre agosto e outubro de 2011.

Isso ocorreu apesar do fato de que o cometa estava a cerca de 647 milhões de quilômetros da Terra quando foi descoberto pela primeira vez. As principais notícias ignoraram a existência do cometa, já que não havia realmente muito a relatar, de acordo com os fatos fornecidos pelos cientistas espaciais.

Astrônomos da NASA garantiram ao mundo que o cometa não representava ameaça à vida como a conhecemos. De fato, o objeto se quebrou em pequenos pedaços durante sua jornada pelo sistema solar interno em 2011.

5. Reencarnação de Jesus

Os seguidores da seita “Growing in Grace”, de Miami, proclamaram que o fim do mundo ocorreria em 30 de junho de 2012. Segundo seu líder, José Luis de Jesus Miranda, seus seguidores seriam transformados em seres místicos que voariam e atravessariam as paredes. O líder do culto alegou que ele era uma reencarnação de Jesus (olá, Inri Cristo), um fato que foi revelado a ele através da conversa com os profetas.

De acordo com o culto, em 30 de junho de 2012, a rotação da Terra aceleraria a uma velocidade de 107.289 quilômetros por hora (66.666 mph). Todos os membros do culto foram tatuados com os números “666”. José Luis de Jesus Miranda completou 66 anos em 2012. Muito “6” para pouco apocalipse.

6. Apocalipse de Rasputin

Grigori Rasputin era um homem famoso por suas conexões com a malfadada família real russa. Chamado de “monge louco”, os “poderes místicos” de Rasputin teriam curado o príncipe de certa enfermidade. Em cartas à família real russa durante a revolução, ele fez uma série de “previsões” precisas, como sua morte nas mãos de oficiais do governo e o subsequente assassinato dos membros da família real.

Estes, no entanto, podem ter sido resultados de sua compreensão acerca do tumulto político na época. Entre as previsões em suas cartas finais, estava a sugestão de que a “segunda vinda” ocorreria em 23 de agosto de 2013, e que a Terra seria consumida pelo fogo. Que obsessão é essa? Deus me livre.

7. Lua Sangrenta

Em 2014, mais uma vez, conseguimos escapar da profética “Lua Sangrenta”. Na verdade, esta foi a 62ª vez em 2 mil anos que escapamos de um apocalipse induzido pelo astro. Os eruditos bíblicos há muito citam referências de Atos e Apocalipse, onde “o sol se converteria em trevas e a lua em sangue” como uma verificação bíblica de que o eclipse lunar significa o fim iminente do mundo.

O pastor cristão Mark Bilz previu que uma série de eclipses em 2014 marcaria o início do apocalipse, enquanto John Hagee, autor de Four Blood Moons , também sugeriu que a cadeia de luas de sangue marcaria o fim do mundo. Ambas as previsões atraíram grande atenção, com algumas pessoas realmente se preparando. No entanto, como todos os eclipses lunares anteriores a eles, nada aconteceu além da Lua ter sido temporariamente sombreada.

 

 

via: fatosdesconhecidos

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POR QUE AS PESSOAS NÃO SORRIAM NAS FOTOGRAFIAS DO PASSADO?

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Apesar de terem sido altamente popularizadas com a tecnologia, trazendo a fotografia para o cotidiano das pessoas, a incorporando às ferramentas de uso diário como os celulares, as primeiras fotografias foram tiradas no final da década de 1820. Ao longo do restante do século, ela foi se desenvolvendo, tanto na forma artística quanto na atividade social.

No entanto, se dermos uma olhada nos registros feitos do passado perceberemos a grande escassez de sorrisos nas fotos. E só foi entre os anos de 1920 e 1930 que os sorrisos começaram a surgir. Foi só a partir desses momentos da história é que os sorrisos começaram a ser basicamente um padrão nas fotografias. E aí que as pessoas costumam questionar o que teria mudado e impulsionado as pessoas a sorrirem.

Alguns acreditam que o motivo pelo qual as pessoas se recusavam a sorrir em fotografias seria devido ao péssimo estado de conservação de seus dentes. No entanto, muitos pesquisadores rejeitam essa possibilidade. Porém, Angus Trumble, diretor da National Portrait Gallery, em Canberra, na Austrália, aponta que um maior cuidado com a saúde bucal poderia sim um fator que levou ao surgimento dos sorrisos.

Ele argumenta que não é porque os dentes mal cuidados eram algo muito comum naquela época que as pessoas iam querer eternizá-los dessa maneira. “As pessoas tinham dentes ruins, se tinham dentes, o que militava contra abrir a boca em ambientes sociais”, disse ele.

Outro argumento para a falta de sorrisos nas fotos do século XIX é o fato de que capturar uma foto levava muito tempo. Portanto, as pessoas não conseguiam manter um sorriso por tempo suficiente. “Algumas delas são verdadeiras”, disse Todd Gustavson, curador de tecnologia do George Eastman Museum. “Se você olhar para os processos iniciais que levavam um longo tempo de exposição, você escolheria uma pose que fosse mais confortável”.

Porém, ele também aponta que colocar a tecnologia como um fator limitante é um verdadeiro exagero. Isso porque, durante os anos 1850 e 1860, já era possível, com condições adequadas, capturar fotos com apenas alguns segundos de exposição. Nas décadas que se seguiram, isso era ainda mais rápido. O que significa que era possível capturar sorrisos muito antes disso se tornar algo comum.

A professora de cultura e comunicação, Christina Kotchemidova, em um artigo sobre a história dos sorrisos em fotografias, também questiona tal argumento. Segundo ela, sorrir em geral é algo inato, porém, sorrir em frente a uma câmera não é algo instintivo.

Alguns especialistas afirmam que a falta de sorrisos é algo herdado de costumes pré-existentes na pintura. Sorrir era considerado rude e completamente inadequado para retratos. Entretanto, os santos muitas vezes eram retratados com leves sorrisos. Sorrisos largos foram “associados à loucura, grosseria, sonolência, embriaguez, todos os tipos de estados não particularmente decorosos”, disse Trumble.

Portanto, alguns fotógrafos em seus estúdios criavam cenários elegantes e orientavam as pessoas a se comportarem. Eles pediam que fossem produzidas expressões sérias, muito comuns em fotografias do século XIX. Entretanto, de acordo com Gustavson, alguns fotógrafos quebravam essas normas. Em algumas poucas fotos antigas, podemos ver as pessoas sorrindo.

Mudanças

Em uma foto de dois oficias na Guerra Mexicano-Americana, em 1847, é possível ver um deles sorrindo. Já em uma imagem de jogadores de pôquer, de 1853, podemos ver um deles sorrindo enquanto o outro está focado em suas cartas. No entanto, essas não são representações de como eram os retratos de pessoas de classes superiores.

Por outro lado, à medida com que a fotografia se expandia, isso também ampliava as expressões aceitáveis para as fotos. “Tire a câmera do profissional e coloque-a nas mãos do fotógrafo amador e, em seguida, eles podem fazer o que quiserem”, disse Gustavson.

Conforme o tempo passava, a fotografia e a pintura começaram a interagir uma com a outra. Cada uma se aproveitando dos benefícios da outra. Pintores tentavam imitar a clareza e a espontaneidade das fotos. Já os fotógrafos tentavam evocar elementos da fina arte da pintura. O que também pode ter influenciado no surgimento dos sorrisos.

Entretanto, uma mudança completa nas normas fotográficas parece ter surgido durante a Segunda Guerra Mundial. Um estudo, realizado em anuários do ensino médio dos EUA, de 1905 a 2005, mostrou algumas mudanças na expressão padrão das pessoas. Os pesquisadores descobriram que a curvatura labial média aumentava conforme o passar do tempo. Além de que, as mulheres lideravam, em média, sorrindo mais do que os homens.

Kotchemidova também argumenta que a publicidade teve papel fundamental na disseminação do sorriso. E segundo ela, “a Kodak foi uma das pioneiras”. Em suas campanhas, a marca buscava uma abordagem mais feliz e retratava seus consumidores usando sua câmera durante momentos felizes. O que foi muito eficaz para influenciar as pessoas. Kotchemidova acredita que as pessoas internalizaram tais mensagens e passaram a imitar as propagandas.

A grande verdade é que, no estudo dos sorrisos nas fotografias, se as pessoas estão ou não sorrindo, tem muito pouco a ver com o fato delas estarem ou não felizes.

 

via: fatosdesconhecidos

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