conecte-se conosco


Curiosidades

5 VEZES QUE ARMAS NUCLEARES CAUSARAM ACIDENTES TERRÍVEIS

Publicado

em

Desde 1945, a humanidade ainda sofre um estresse pós-traumático após a explosão das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki. Foi o primeiro contato dos homens com as armas nucleares. Até aquele momento, nós nunca tínhamos visto um tipo de arma com tamanho poder. Não é à toa que, não importa de qual parte do mundo você é, você se solidariza com todos que morreram ou presenciaram a magnitude das chamadas Little Man e Fat Man. Após sua primeira utilização, as armas nucleares até não foram mais usadas, porém, sempre pairam como fantasma pela sociedade.

Para completar, as armas nucleares estiveram no centro do maior conflito da segunda metade do século 20: a Guerra Fria. A corrida armamentistas e as ameaças veladas dos Estados Unidos da América e da União Soviética que ainda existia, marcava todo aquele período. Só no final da Guerra Fria, é que a União Soviética foi desmantelada e o mundo realmente esqueceu um pouco suas armas nucleares. Ou pelo menos por um tempo. Nos últimos anos, uma nova queda de braços vem se montando, e o mundo volta a temer um pouco mais.

Mas ao longo desse tempo, alguns acidentes nucleares aconteceram, e talvez você nem saiba. Quer ver alguns? Listamos 7 para vocês.

1 – Carolina do Norte, EUA

Em 1962, a Carolina do Norte, nos EUA, quase foi completamente pelos ares quando duas bombas de hidrogênio B39 quase explodiram acidentalmente. Para você ter noção da potência delas, a explosão seria 260 vezes maior do que a ocorrida nas duas localidade do Japão na Segunda Guerra Mundial. Isso aconteceu quando um bombardeiro B-52 desintegrou em pleno ar, enquanto se faziam testes aéreos com as bombas.

2 – Arquipélago Haida Gwaii, Canada

Em 2016, um mergulhador descobriu no arquipélago Haida Gwaii, no Canada, uma bomba nuclear debaixo do mar. O Departamento Canadense de Defesa Nacional (DND) acredita que possa se tratar de uma “arma nuclear perdida” do avião de bombardeiro americano B-36, que caiu na área em 1950. Acontece que no auge da Guerra Fria, o avião começou a pegar fogo e antes que as TNTdetonassem e ativassem a bomba atômica, eles a despejaram para o fundo do mar. Todos os 5 tripulantes do avião morreram.

3 – Dakota do Norte, EUA

Chamado de Incidente de armas nucleares da Força Aérea dos Estados Unidos, de 2007, foi o sumiço de seis ogivas nucleares extraviadas e desaparecidas, indevidamente, durante cerca de trinta e seis horas. Na verdade, elas estavam sendo transportadas, porém, não como é exigido, como carga. Elas estavam em bombardeiros. Inicialmente, os Estados Unidos alegaram ter sido um acidente, mas em 2012, eles admitiram ter sido propositalmente. O país foi obrigado a pagar cerca de 12 bilhões de dólares pelo ocorrido. Isso poderia ter machucado muitas pessoas.

4 – Mar Mediterrâneo

O Incidente de Palomares ocorreu em 1966, quando um bombardeio B-52G da força aérea dos Estados Unidos colidiu com um Boeing KC-135 enquanto este se reabastecia em pleno voo acima do Mar Mediterrâneo. O KC-135 foi completamente destruído quando o combustível que transportava pegou fogo, matando toda a tripulação. Já o B-52G se quebrou, matando três membros da sua tripulação de sete integrantes.

O B-52G carregava quatro bombas de hidrogênio do tipo MK28, das quais três acabaram caindo no pequeno vilarejo de Palomares no município de Cuevas del Almanzora, Almería, na Espanha, uma ficando intacta à queda e as outras duas tendo seus explosivos não nucleares detonados, o que resultou em uma contaminação de dois quilômetros quadrados de plutônio. A quarta bomba acabou caindo no Mar Mediterrâneo.

5 – Savannah, EUA

O sumiço de uma arma nuclear ocorreu em Savannah, no estado da Georgia, nos Estados Unidos, em 1958. Um avião militar B-47 da Força Aérea americana, com uma bomba de hidrogênio a bordo, voltava após realizar exercícios conjuntos com outros aviões para lançamento e interceptação de ataques nucleares. Era madrugada, de lua cheia e o avião começou a cair e o piloto achou melhor se livrar da arma nuclear para não correr o risco de detoná-la. Acontece que após solta-la, não conseguiram encontrá-la posteriormente.

 

via: fatosdesconhecidos

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dois × 3 =

Curiosidades

VOYNICH: DESVENDARAM O MISTÉRIO DO LIVRO QUE NINGUÉM CONSEGUIA LER

Publicado

em

O Manuscrito de Voynich é um misterioso livro ilustrado, escrito em um alfabeto desconhecido e incompreensível. Acredita-se que o livro tenha sido escrito há pelo menos 600 anos atrás, por um autor desconhecido. Além da linguagem ininteligível, as ilustrações também são bastante curiosas. No livro, é possível ver diversas mulheres nuas em poças de líquidos verdes e plantas de aparência desconhecida.

Durante anos, muitos estudiosos, criptógrafos e linguistas tentaram traduzir a linguagem desconhecida do lendário manuscrito, mas sem sucesso. Mas agora alguém parece ter conseguido decifrar o “texto mais misterioso do mundo”.

O doutor Gerard Cheshire, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, afirma que o manuscrito de Voynich está escrito em uma língua morta chamada proto-românica. E que depois de estudar a fundo as letras e os símbolos, ele finalmente conseguiu decifrar o significado do emblemático texto.

A descoberta linguística

Por mais de um século, os estudiosos tentaram traduzir o significado do famoso manuscrito de Voynich. Mas o pesquisador, Dr. Gerard Cheshire levou apenas duas semanas para identificar o sistema de linguagem e escrita do documento.

Cheshire descreve como decifrou com sucesso o código manuscrito em seu artigo, The Language and Writing System, do MS408 (Voynich) Explained, que foi publicado na revista Romance Studies. Segundo ele, o texto revela o único exemplar conhecido da língua proto-românica.

“Eu experimentei uma série de momentos ‘eureka’ enquanto decifrei o código, seguido por um sentimento de descrença e excitação quando percebi a magnitude da conquista, tanto em termos de sua importância linguística e as revelações sobre a origem e conteúdo do manuscrito”, disse ele à SciNews.

O doutor ainda conta que descobriu que o manuscrito foi elaborado por freiras da Ordem Dominicana. E que ele serviu como referência para Maria de Trastâmara. “O que revela é ainda mais surpreendente do que os mitos e fantasias que gerou. Por exemplo, o manuscrito foi compilado por freiras dominicanas como fonte de referência para Maria de Castela, Rainha de Aragão, que por acaso foi tia-avó de Catarina de Aragão”.

“Também não é exagero dizer que este trabalho representa um dos desenvolvimentos mais importantes até hoje na linguística românica. O manuscrito está escrito em proto-romance, idioma ancestral das línguas românicas de hoje, incluindo português, espanhol, francês, italiano, romeno, catalão e galego. A língua usada foi onipresente no Mediterrâneo durante o período medieval, mas raramente foi escrito em documentos oficiais ou importantes, porque o latim era a língua da realeza, igreja e governo. Por resultado, o proto-romance foi perdido do registro, até agora”, afirma Cheshire.

A linguagem do manuscrito

Cheshire explica ainda o que torna o manuscrito de Voynich tão incomum, falando em termos linguísticos.

“Ele usa uma linguagem extinta. Seu alfabeto é uma combinação de símbolos desconhecidos e mais familiares. Ele não inclui sinais de pontuação dedicados, embora algumas letras possuam variantes de símbolo para indicar pontuação ou acentos fonéticos. Todas as letras estão em letras minúsculas e há não há consoantes duplas. Inclui ditongo, tritongos, quadrítas e até mesmo quintípedes para a abreviação de componentes fonéticos. Também inclui algumas palavras e abreviações em latim”.

O próximo passo agora que o manuscrito foi decifrado é traduzir o manuscrito por completo, algo que levará algum tempo, já que o livro tem mais de 200 páginas.

“Agora o idioma e o sistema de escrita foram explicados, as páginas do manuscrito foram abertas para os estudiosos explorarem e revelarem, pela primeira vez, seu verdadeiro conteúdo linguístico e informativo”, disse ele.

Cheshire adianta que o documento reúne vários textos sobre remédios à base de plantas, banhos terapêuticos, leitura astrológica, além de dicas sexuais. Mas ainda é preciso um trabalho mais aprofundado para descobrir outros segredos guardados no livro.

via: fatosdesconhecidos

Continue lendo

Mais Lidas da Semana